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Atletas que usaram Terapia de Ondas de Choque falam sobre recuperação

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Um dos maiores desafios da medicina moderna é a busca por tratamentos não invasivos, que possibilitem uma recuperação mais rápida e efetiva do paciente, principalmente quando se trata de atletas de alto rendimento. Neste cenário, o tratamento com "ondas de choque", o chamado TOC (terapia de ondas de choque), desponta como uma alternativa promissora para combater dores crônicas e sanar diversos males ortopédicos.

Há alguns anos, equipes desportistas da Europa vêm se beneficiando com o uso do TOC em seus atletas. Como o tratamento não é considerado doping, seu uso vem crescendo consideravelmente. No Brasil, a terapia chegou no início dos anos 2000 trazido pelo fisiatra e ortopedista carioca José Noberto Giordano. Por sua clínica passaram centenas de atletas amadores e profissionais que constataram no decorrer de mais de uma década os impressionantes resultados do tratamento. Entre eles, astros do voleibol, como a campeã Carol Gattaz e Andreia Sforzin, jogadora do time carioca Rexona Ades. Outro ex-campeão Dante Amaral também foi favorecido pelas ondas de choque antes de se aposentar das quadras.

A terapia de ondas é um tratamento de ponta, onde se utiliza um aparelho que emite ondas acústicas de alta energia - ou ondas de pressão - no local a ser tratado, visando a uma neovascularização do tecido, e em alguns casos, fragmentando depósitos calcários. Segundo José Giordano, no decorrer do tratamento, existe uma melhor oxigenação do tecido e uma melhora na cicatrização do local cronicamente lesado.

A jogadora do Minas Tênis Clube Carol Gattaz procurou a Clínica de José Noberto Giordano para superar a dor no pé esquerdo que atrapalhava seu desempenho no esporte. “Tive uma fascíte plantar. Como atleta de voleibol, a dor me dificultava os movimentos, principalmente na hora dos saltos”, diz Gattaz. Ela revela que recorreu à terapia por indicação de seu treinador, pois já havia testado vários tratamentos, mas nenhum resolvia e não queria ter que recorrer a uma cirurgia. “Após algumas sessões a dor foi sumindo, a área desinflamando e me recuperei prontamente, me livrando das dores crônicas. Posso dizer que fiquei curada”, alega a jogadora.

Outro caso que impressiona é o de Andreia Sforzin, jogadora que também foi acometida por uma fascíte plantar. Sforzin foi indicada a fazer a terapia após passar por momentos de muita dor  e sofrimento. “A fascíte plantar atingiu um nível de dor tão alto que houve dias que eu mal conseguia apoiar o pé no chão”, diz Andreia, ainda em fase de tratamento.

Para Giordano, a melhora de Sforzin está sendo como o esperado, muito rápida, a partir da segunda sessão. A atleta faz questão de recomendar o TOC para os colegas. “Com certeza eu indico o tratamento, pois ele foi fundamental para minha recuperação”, finaliza Andreia.