As lições da Copa ao varejo
A Copa do Mundo acabou, e, como se falou muito em legado, gostaria de explorá-lo pelo ponto de vista da execução no ponto de venda. Acredito que podemos realizar a comparação de várias formas, pensando na organização da Fifa e do governo brasileiro, na infraestrutura construída e deixada no país e na recepção que o povo brasileiro efetivou junto aos milhares de turistas que visitaram o Brasil nestas quatro semanas.
No entanto, para aproveitar também o que muito tem se falado nos últimos dias do grande evento mundial, gostaria de traçar a relação do desempenho da seleção campeã com a anfitriã, ou seja, Alemanha e Brasil, no contexto da execução no ponto de venda.
Ficou evidente para o mundo a excelência do trabalho realizado pelo selecionado alemão, em preparação para o mundial da Fifa, bem como a forma com que os jogadores e Comissão Técnica se comportaram durante o evento. Em contrapartida, o selecionado brasileiro percebeu-se caminhando de forma totalmente ao oposto.
E como trazer esta realidade ao varejo propriamente dito? Bom, resumiria em três palavras, ou três etapas se assim preferirem: administrador de empresas com especialização em marketing, é sócio-diretor da Sollo Direto ao Ponto
