Carlos Carvalho, um exemplo a ser seguido no país

Empresário comemora aniversário com espírito empreendedor e dinamismo

Por

O empresário Carlos Fernando Carvalho, proprietário da empreiteira Carvalho Hosken, completa neste domingo mais um aniversário no mesmo ritmo que impõe aos seus empreendimentos: com dinamismo e olhando sempre para o futuro.

Marca registrada da Barra da Tijuca, Carlos Carvalho enxergou na Zona Oeste uma região promissora, numa época em que ninguém a via como parte, de fato, da cidade do Rio de Janeiro.

O visionário empresário do ramo da construção civil não é apenas responsável por mudar a cara da Barra. Com seus empreendimentos, emprega milhares de trabalhadores, e dá atenção especial à educação, à cultura e ao meio ambiente: a Carvalho Hosken apoia a Fundação OSB e criou a Escola Carvalho Hosken de Desenvolvimento Profissional e o Centro de Treinamento Prático em Saúde e Segurança do Trabalho - o primeiro da América Latina. Como se não bastasse, ainda participou da construção da elevatória da Península, contribuindo para a despoluição das águas que envolvem a região. O pioneirismo e a imensa capacidade de empreender fez com que Carlos Carvalho fosse apontado como um verdadeiro "Pedro Alvares Cabral" da Barra da Tijuca.

Discreto e modesto, Carlos Carvalho já prepara seu filho, Carlos Felipe Carvalho, para assumir os negócios. Também discreto, mas competente e eficiente administrador, Felipe segue os passos do pai e promete continuar a fazer da Barra da Tijuca um bairro com sua marca registrada.

Histórico

Fundada em 1951, a Carvalho Hosken realiza obras públicas por todo o país. Teve participação efetiva nas obras dos núcleos habitacionais nas cidades satélites do Distrito Federal, que na época estava sendo construída para ser a capital do Brasil.

Na década de 1960, a Carvalho Hosken deixou de agir somente como uma construtora e passou a se dedicar também ao ramo imobiliário. Realizou a construção de centros empresariais e condomínios residenciais na Zona Sul do Rio. Ainda na década de 60, Carlos Carvalho notou que os bairros da Zona Sul, como Copacabana e Leblon, não tinham mais para onde crescer e passou a olhar com outros olhos para a distante região da Zona Oeste.

Em pouco tempo, Carlos Carvalho comprou 10 milhões de metros quadrados na “nova” região da cidade, e começou a construir. Atualmente, ainda há cerca de seis milhões de metros quadrados que não foram utilizados.

Na virada do século, desenvolveu a Península, edificada em apenas 8% de uma área de 780 mil m². É o empreendimento imobiliário de mais alto padrão da Barra da Tijuca. Cercada de vegetação de restinga e manguezais recuperados, flora e fauna típicas da região, possui dois parques com 45 mil m² cada um, cinco jardins temáticos e 3 km de trilha ecológica urbana plana, ao longo do único manguezal preservado em espaço urbano do Rio de Janeiro.

A atuação de Carlos Carvalho na região também é marcada por inúmeras realizações urbanas, dentre tantas, destacam-se Fontes da Barra, Parque Ambiental Professor Mello Barreto, além da participação na construção do Viaduto Prefeito Pedro Ernesto, da dragagem da Lagoa da Tijuca no ano de 2004 e da reurbanização das Avenidas Via Parque e Abelardo Bueno.