Bombeiro assassinado foi indiciado pela CPI da Milícia
Eliane Nóbrega, JB Online
RIO - O sargento do Corpo de Bombeiros Carlos Alexandre Silva Cavalcante, assassinado na manhã desta segunda-feira em um posto de gasolina, em Jacarepaguá, foi um dos 100 indiciados pela CPI da Milícia, da Assembléia Legislativa do Rio de janeiro (Alerj).
Em novembro do ano passado, ele foi preso pela Corregedoria da Polícia Civil (Coinpol) em frente ao prédio da chefia da instituição, no Centro. Ele foi flagrado portando um fuzil da Polinter e dentro de uma viatura da delegacia, na companhia de dois policiais, que também foram presos.
Gaguinho, como também era conhecido o sargento, ajudou como informante o delegado Marcus Neves, que combateu a milícia da Zona Oeste quando esteve à frente da 35ª DP (Campo Grande).
Até julho, Carlos Alexandre estava cedido para o Tribunal de Contas do Município, de onde foi afastado após denúncias de seu suposto envolvimento com a milícia. De lá, foi transferido para trabalhar em uma clínica odontológica dos bombeiros.
