Lindberg assina contrato de R$ 124 milhões para as obras do PAC
Agência JB
RIO - O prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, assinou nesta quarta-feira, dia 26, contrato com a Caixa Econômica e com as empresas responsáveis pela execução das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), para a liberação de mais R$ 124 milhões.
A verba corresponde à segunda parcela das obras do PAC na cidade e será utilizada em obras de infra-estrutura (drenagem, saneamento e pavimentação) em 430 ruas de vários bairros e sub-bairros das áreas de Austin, Comendador Soares e ao longo da Estrada de Madureira, totalizando 97 quilômetros de asfalto. Ao todo 93 mil pessoas serão diretamente beneficiadas.
No início de setembro, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, esteve em Nova Iguaçu e deu o pontapé inicial nas obras do PAC no Estado do Rio. Assinou convênio com a prefeitura e com a Caixa Econômica liberando R$ 157 milhões para as obras do programa na cidade. Deste total, R$ 33 milhões foram liberados de imediato, para as obras de infra-estrutura em 45 ruas do bairro Cabuçu, que estão em andamento.
O restante, R$ 124 milhões, será disponibilizado nesta quarta, 26 de setembro, na conta da prefeitura para o início dos trabalhos nas demais localidades beneficiadas. As obras serão iniciadas num prazo máximo de 10 dias e acontecerão simultaneamente.
Em Austin, as obras vão acontecer em 140 ruas, somando 30 quilômetros e beneficiando 30 mil pessoas. Em Comendador Soares, são 200 ruas, 47 quilômetros de ruas asfaltadas e 47 mil beneficiados. Nos bairros ao longo da Estrada de Madureira (Avenida Abílio Augusto Távora), são 90 ruas, num total de 20 quilômetros de pavimentação, beneficiando 16 mil pessoas.
De acordo com o prefeito Lindberg Farias as obras do PAC em Nova Iguaçu estão sendo liberadas rapidamente graças a boa gestão dos projetos.
- Já tínhamos os projetos de obras prontos e por isso conseguimos sair na frente dos outros municípios - comemora o prefeito.
Ele destaca a criação da Unidade de Gestão de Projetos (UGP) há cerca de um ano, como ponto de partida para a elaboração desses projetos, tendo que lidar com muitas dificuldades financeiras enfrentadas desde que ele assumiu a administração do município.
- Havia um déficit de R$ 72 milhões e tínhamos perdido nossa capacidade de endividamento, o que inviabiliza empréstimos. Em um ano, ao custo de uma economia enorme, passamos a ter um superávit de mais de R$ 50 milhões, nos reestruturamos e o resultado está nas ruas, com mais de 70 frentes de obras - explicou.
