Olimpíadas com decepções, surpresas e recordes
Vencedores de 2008 decepcionam, vôlei leva o bi; ginástica, boxe e judô surpreendem
O saldo final foi de 17 medalhas: 3 de ouro, 5 de prata e nove de bronze. Conquistamos duas medalhas a mais do que em Pequim, o número de ouros, porém, permaneceu o mesmo. Nos surpreendemos com o bicampeonato olímpico do vôlei feminino, que transformou Zé Roberto em um "trimedalhista" de ouro(já havia levado o time masculino ao ouro em 1992).
Arthur Zanetti, nas argolas da Ginástica, e Sarah Menezes, no judô, também levaram os brasileiros às lágrimas, produzidas pela felicidade que só uma surpresa tão agradável poderia proporcionar.
Nos decepcionamos com Fabiana Murer e Cesar Cielo, campeões em 2008 do Salto com Vara e 50 metros, no atletismo e na natação, respectivamente. Se Cielo pelo menos conquistou o bronze, Murer desistiu de saltar após três tentativas, deixando para trás as chances de conquistar uma medalha para o país.
No Boxe, duas medalhas inesperadas e que trouxeram esperança: os irmãos Esquiva e Yamaguchi Falcão levaram, respectivamente uma prata e um bronze para casa. Yamaguchi contou ao Jornal do Brasil como espera que o resultado das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, sejam ainda melhores para o Brasil, como deseja o Comitê Olímpico Brasileiro.
A meta é ficar entre as 10 nações com mais medalhas: "O segredo, na minha opinião, é investir no esporte individual. Tem muita gente boa, não só no boxe, que tem talento e capacidade de ser medalhista olímpico, mas carece de apoio. Foi o que eu e meu irmão tivemos. Se isso acontecer, o Brasil chega ao top 10 das Olimpíadas sem problemas. E sem contar que, com o esporte individual, é uma medalha para cada um, né? ", brincou o bronze na categoria até 81kg. Certamente uma esperança de medalha para 2016.
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