As melhores exposições da cidade
ABERTURA
O CENTENÁRIO DE UMA JOIA - Os 40 alunos e docentes da Escola de Joalheria do Senai-RJ, a primeira do gênero no Estado, se basearam nas formas imponentes e exuberantes da construção centenária. As peças reproduzem elementos que vão do parquet desenhado do piso aos lustres de cristais e ornatos dourados das paredes em peças como anéis, pulseiras e colares com artefatos de ouro, prata e pedrarias. São 40 peças inspiradas na arquitetura do local. Theatro Municipal, Praça Marechal Floriano, s/nº, Cinelândia (2332-9191). 3ª a sáb., das 11h às 17h30. RS10. Dom, das 11h às 13h. Grátis. As escolas públicas estão isentas de cobrança de ingresso sob a apresentação de documentação escolar. Até 20 de fevereiro. A partir de 5ª, 20 de janeiro.
DOUAÇÕES - CONTAMINAÇÕES ENTRE LINGUAGENS - Inspirado na exposição “José Bechara – Fendas”, em cartaz no museu até o dia 30 de janeiro, se faz a pergunta: ‘Quantos diferentes meios de expressão podem se relacionar com a exposição Fendas do artista José Bechara?’ A partir de uma conversa com o artista, apresentando seu processo de criação, serão promovidos laboratórios experimentais de respostas poéticas com som, corpo, texto e desenho. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Av. Infante Dom Henrique ,85, Parque do Flamengo, Flamengo (2240-4944). Dom., 23 de janeiro, das 15 às 18h. (Para saber mais sobre a exposição ‘Fendas’ , confira abaixo nas mostras em cartaz)
FIM DE PARTIDA - A artista apresenta uma performance baseada na peça do escritor e dramaturgo Samuel Beckett, em que os personagens Hamm, Clov, Nagg e Nell são representados por atores feitos de cera, que derretem lentamente com a ação da luz. Um cenário de peça, com objetos de cena e pinturas que remetem ao teatro, fazem parte da instalação. A referência ao palco de teatro aparece nestas pinturas como um lugar cotidiano, ou mesmo o próprio mundo, como se ali estivesse uma encenação interminável, em que todos vestem seus papéis com tal competência, que o figurino torna-se seu próprio corpo, e por conseguinte, sua própria identidade. O ator é esquecido e só resta o personagem. Sala A Contemporânea - Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis. Até 6 de março. A partir de 3ª, 25 de janeiro.
MEGALÓPOLIS / ELISEO POSSE - Pela primeira vez, na cidade do Rio de Janeiro, a obra do artista Eliseo Posse em uma série de nove quadros-esculturas, onde prevalece o entalhe de diferentes madeiras - em técnica absolutamente inédita na arte brasileira. O artista retrata, sob visão aérea e futurista, territórios inteiramente ocupados, sem vida, em labirintos contínuos, intermináveis. São peças esmeradamente esculpidas, em múltiplas formas e encaixes, minimante planejados, confrontados, integrados, imbricados, em tensões infinitas, sem lugar ou tempo. Centro Cultural Correios, Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro (2253-1580). 3ª a dom., das 12h às 19h. Grátis. Até 13 de março. A partir de 4ª, 2 de fevereiro, às 19h.
O MUNDO MÁGICO DE ESCHER - A exposição inclui dez instalações que pedem a participação do visitante para "desvendar" manobras gráficas da produção de Escher, que tanto instigam a visão e a mente humanas, um documentário realizado pela TV holandesa e uma animação em 3D, com sessões a cada 30 minutos, em que o público "sobrevoa" as obras do artista. Os trabalhos de Escher são um dos mais reproduzidos no planeta no século 20, de gravatas e camisetas, a tapetes artesanais dos Andes e à alta costura, através do inglês Alexander McQueen [1969-2010], na coleção de outono 2009. Suas gravuras instigantes têm formas entrecruzadas, criaturas em transformação e arquiteturas impossíveis para desafiar a percepção do espectador da realidade. As composições, sofisticadamente construídas, combinam realismo acurado com a exploração fantástica de padrões, perspectivas e espaço. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 9h às 21h. Grátis. Até 27 de março. A partir de 3ª, 18 de janeiro.
WARHOL TV - Todos os filmes e vídeos presentes na exposição vêm do acervo do Museu Andy Warhol, em Pittsburgh, EUA. Pela primeira vez se dedica uma mostra exclusivamente a esta produção do gênio pop americano, e sua curadoria e idealização são da francesa Judith Benhamou-Huet, autora de diversas publicações sobre arte. A mostra foi realizada em 2009 e em 2010, com enorme sucesso, em Paris e Lisboa. A Zadig!, que trouxe ao Brasil a exposição de Yves Saint-Laurent, é responsável pelo projeto. Oi Futuro Flamengo, Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo (3131-3060). 3ª a dom., das 11h às 20h. Grátis. Até 3 de abril. A partir de 4ª, 2 de fevereiro.
EM CARTAZ
ALEX FLEMMING / MAPA DA MINA – A exposição conta com 16 mapas do Brasil cobertos com espessas camadas de tinta acrílica e "mergulha" neles variadas pedras preciosas brasileiras como ametistas, peridotos, topázios, rubilitos, opalas, etc. Cada mapa do Brasil na exposição mede 33x33 centímetros e três centímetros de profundidade e todas as obras em exibição estarão envoltas em uma bolha de plástico.Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco, 199, Cinelandia (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h; sáb., dom. e feriados, das 12h às 17h. R$5. R$2 para estudantes e idosos.Grátis aos domingos. Até 13 de março.
APORIA - Exposição de Dirce Fett, celebra o “paraíso tropical” com uma interpretação da fauna e flora brasileiras onde não há compromisso com a realidade. O vernissage apresenta 11 telas coloridas, que medem entre 1,57m por 1,36m a 2,08m por 1,53m. No meio de um embrenhado multicolorido, a cada observação nasce nova descoberta: peixes nadam entre bananeiras; uma cabra surge no alto de uma árvore; folhagens se ramificam na forma de corujas, garças e tucanos. Hotel Everest, Rua Prudente de Moraes, 1.117, mezanino, Ipanema (2525-2200). Grátis. Até 13 de março.
BEM DO BRASIL - A exposição foi pensada para levar o espectador a compartilhar, refletir e valorizar o patrimônio brasileiro em suas múltiplas expressões materiais e simbólicas, como significado histórico e, principalmente, para a vida cotidiana contemporânea. Sob curadoria de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço Imperial, e assistência e design de Victor Burton, a mostra reúne peças de todas as regiões do país e usa alta tecnologia de grafismo e imagem, exemplificando a pluralidade de nossas relíquias - arte erudita, popular, regional, além da questão simbólica, religiosa e étnica. A arquitetura é mostrada em fotos [backlights], e a herança imaterial - costumes, modos, músicas e danças são exibidos em registros filmados. Peças de artesanato são expostas com a mesma hierarquia que a de um ítem de arte erudita - de cabeça de ex-votos a santos barrocos e uma cadeira assinada por Oscar Niemeyer. A proposta da curadoria é eliminar essas valorações e afirmar que tudo é "bem" do Brasil. Paço Imperial, Praça XV de Novembro, 48, Centro (2215-2622). 3ª a dom., das 12h às 18h. Grátis. Até 20 de fevereiro.
CLAUDIO DUARTE / ARQUITETANDO ARTE - Uma série de ilustrações feitas pelo artista para a revista do Crea-RJ desde 2009, são expostos em colunas e painéis, dando a sensação aos visitantes de que o ambiente foi envelopado pelas imagens. Centro de Cultura e Memória, Rua Buenos Aires, 40, 2º andar, Centro (2179-2634). 2ª A 6ª, das 13h às 18h. Grátis. Até 25 de março.
CONVER_SAÇÕES - A exposição propõe o trabalho colaborativo, a importância da conversa e da troca. Com a curadoria de Ana Tereza Prado Lopes, 12 artistas se juntaram em duplas para explorar suas experiências e questionar o que é arte e quais são as práticas artísticas visuais contemporâneas.Analu Cunha com Buno di Lullo, Beatriz Pimenta com Chrsitina Bocayuva, Luciano Vinhosa com Jacqueline Belotti, Bete Esteves com Simone Cupello, Leonardo Ventapane e Ana Teresa Prado com Sladjan Nedejkovic. Todos os artistas apresentam trabalhos maduros, que tratam poeticamente de questões que lhe interessam, que estejam relacionados ao papel da imagem hoje e da própria história da arte. Baukurs Cultural, 1º andar, Rua Goethe, 15, Botafogo (2530-4847). Grátis. Até 31 de março.
CORA CORALINA - CORAÇÃO DO BRASIL - Depois de uma estreia vibrante em 2009, quando foi vista por mais de 400 mil pessoas no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, a mostra idealizada pela curadora Júlia Peregrino ocupará todo o segundo andar do CCBB e oferecerá ao visitante um mergulho de grande impacto visual no universo de Cora Coralina, nascida Anna Lins dos Guimarães Peixoto – a poetisa, intelectual, comerciante, sitiante, doceira e militante das causas nobres que marcou a vida brasileira por quase um século. Correspondência, manuscritos, artigos, fotografias e os mais diversos documentos poderão ser vistos e sentidos de várias maneiras. Centro Cultural do Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 9h às 21h. Grátis. Até 13 de março.
ERNESTO NETO / QUANDO A GENTE PARA, O MUNDO RODA – A exposição apresenta a fotografia projetada sobre a parede, mídia ainda não exibida pelo artista e imagens nunca mostradas antes em qualquer outro formato. São seis projeções, cada uma com 100 a 200 imagens. Ao invés de esculturas penetráveis, que atraem a participação e a intimidade do público, e com as quais se firmou no cenário nacional e internacional, Neto aventura-se na fotografia, com olhar de pintor. Tanto assim que ele chama esta produção inédita de "pintura". Galeria Laura Alvim, Av. Vieira Souto, 176, Ipanema (2332-2017). 3ª a dom., das 13h às 21h. Grátis. Até 13 março.
GALERIA CAIXA BRASIL – OBRAS SELECIONADAS - Os visitantes podem ver trabalhos de Djanira, Tarsila do Amaral e Di Cavalcante, entre outros, que compõem o acervo artístico do banco. A mostra é a continuação da exposição Galeria CAIXA Brasil, que levou mais de 600 obras de arte, em novembro de 2010, a todas as 27 capitais do país. Durante esse período, cada um dos mais de 49 mil visitantes pôde votar nas 3 obras de sua preferência. Cada um dos cinco espaços da CAIXA Cultural receberá 27 obras escolhidas – uma de cada capital brasileira. Caixa Cultural Rio de Janeiro, Avenida Almirante Barroso, 25, Sobreloja, Centro (2544-4080). 3ª a sáb., das 10h às 22h; dom., 10h às 21h. Grátis. Até 13 de fevereiro.
IATÃ CANABRAVA / UMA OUTRA CIDADE – A exposição fotográfica, que levou mais de oito anos para ser concluída, conta com 18 imagens do livro homônimo e mostra um ensaio nas periferias de várias metrópoles latino-americanas, como São Paulo, Belém, Lima, Caracas e La Paz. Galeria Zoom de Fotografia, Rua do Comércio, 5, Centro Histórico, Paraty ((24)3371-2764). 6ª, sáb. e feriados, das 20h às 23h30 (ou por agendamento). Grátis. Até 27 de fevereiro.
INÉRCIA INVERSA - Em comemoração aos seus 60 anos, a UERJ realiza uma série de eventos para registrar a data. Este traz a exposição Graffiti, com os grupos Atari Funkerz e Máfia 44, no dia 29 de novembro, às 18h, no Salão II do Centro Cultural e uma apresentação de dança, com o grupo Reflexo Urbano, no dia 9 de dezembro, às 17h, na Concha Acústica. Neste evento será possível conhecer um pouco mais da cultura hip-hop, através da dança e do grafite. No Salão II do Centro Cultural, a exposição Graffiti apresentará trabalhos realizados por grafiteiros com o objetivo de mostrar ao público as características artísticas deste universo. O grupo utiliza um método que denominam de “Show Case”, onde abusam da criatividade nos movimentos. Concha Acústica/ UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã (2334-0728). 2ª a 6ª, das 9h às 20h. Grátis. Até fevereiro.
JOSELY CARVALHO / NIDUS VÍTREO – DIÁRIO DE CHEIROS - A artista propõe uma viagem sensorial em sua exposição. Na sala escura, um ninho com mil galhos de resina de vidro translúcido se apropria de uma área de cinco metros quadrados, no chão. Refletido sobre um espelho Iluminado. Num primeiro momento, explode à retina, no momento seguinte, aciona o olfato, a partir de uma fragrância que brota de seu núcleo. O cheiro (de ninho), especialmente desenvolvido para compor a obra, convida o público a iniciar essa viagem pela instalação. A trilha sonora traz sons de vidro que se quebram, de galhos, do pisar na grama – foi criada em colaboração com o compositor e engenheiro de som norte-americano, Paul Geluso. O vídeo “Não posso cheirá-lo”, sobre o recente desastre ambiental de derramamento de óleo no Golfo do México, que a artista exibiu pela primeira vez no mês passado na Alemanha, completa a mostra. Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco, 199, Centro (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h; sáb, dom. e feriados, das 12h às 17h. R$5; grátis aos domingos. Até 13 de março.
LAURA LIMA / GRANDE - Um imaginário povoado por pessoas-esculturas e metáforas que jogam com opostos que habitam a vida e a arte – organização e caos, razão e loucura, labor e contemplação – é o fio condutor da exposição que Laura Lima concebeu especialmente para a galeria. Quatro grandes instalações compõem essa base de construção poética. A presença humana, em ações propostas pela artista e que podem ser repetidas infinitamente, é totalmente dissociada do conceito de performance; os corpos-esculturas são a própria matéria da criação. Casa França-Brasil, Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro (2332-5120). 3ª a dom., das 10h às 20h. Grátis. Até 20 de fevereiro.
LUIS FELIPE NOÉ - O artista argentino apresenta uma retrospectiva de 5 décadas de carreira que ocupa todo o primeiro andar do museu. São obras belíssimas que primam pelos detalhes e tamanhos enormes, chegando a ocupar paredes inteiras do andar. Quem for ao no dia 1º de dezembro, às 16h, conta com a presenta do artista, que comanda uma visita guiada à mostra.Museu de Arte Moderna, Av. Infante Dom. Henrique, 85, Flamengo (2240-4944). 3ª a 6ª, das 12h às 18h; sáb., dom. e feriado, das 12h às 19h. R$8. Estudantes e idosos pagam meia. Até 13 de fevereiro.
MUNDO JURÁSSICO - A exposição, com dimensão de aproximadamente 2 mil metros quadrados, levará a adultos e crianças réplicas em tamanho natural dos animais pré-históricos numa viagem didática e divertida, com alta tecnologia de iluminação, sonorização e movimentos precisos. Uma verdadeira viagem no tempo e diversão garantida para toda a família. São 25 robôs, 6 esqueletos e um investimento de 1,5 milhões de dólares. Extintos há mais de 65 milhões de anos, os dinossauros despertam no imaginário coletivo fantasias e questionamentos. No "Mundo Jurássico", o público poderá fazer percursos que ensinam a curiosa história desses animais de maneira divertida e guiados por profissionais treinados. Serão expostos também textos sobre a história da humanidade, antes e depois do surgimento do homem, explicando a classificação dos dinossauros, fósseis, entre muitas outras curiosidades. Haverá ainda, figuras animadas, montadas em cenários que recriam a vida e trajetória dos gigantes pela Terra. Anexo do Hiper Mercado Extra 24hs, Barra da Tijuca (2422-4152). 2ª a 5ª, das 11h às 22h. R$50; 6ª, sáb. e dom. e feriados, R$60. Estudantes e idosos pagam meia. Até 20 de março.
NÁSSARA 100 ANOS - Exposição com desenhos originais de Nássara, que completaria 100 anos em 2010. As obras fazem parte do acervo particular do artista plástico Jorge de Salles, falecido recentemente. Além dos desenhos, recortes, fotografias e depoimentos de amigos do artista, assim como peças que lembram a atuação de Nássara como compositor de marchinhas de carnaval. Centro Cultural Justiça Federal, Galerias do 1º andar, Av. Rio Branco, 241, Centro (3261-2550). 3ª a dom., das 12h às 19h. Grátis. Até 6 de fevereiro.
PAULO BRUSCKY / ENTREIMAGENS - Conhecido por apresentar trabalhos que misturam diversas mídias – desenhos, performances, happenings, copy art e fax-art, arte postal, intervenções urbanas, fotografia, filmes, poesia visual, experimentações sonoras, intervenções em jornais, entre outras e para esta exposição não é diferente. São cerca de 15 obras, sendo que a ênfase e nas produções mais recentes. Além de obras, uma performance do artista e seis seis homenagens : a Ivens Klein, Lewis Caroll, Volpi, Duchamp, Wlademir Dias-Pino e Klebnikov. No dia da inauguração, mesa-redonda com Paulo Bruscky, Adolfo Montejo Navas (curador), Lídice Matos (pesquisadora) e Lula Vanderley (artista plástico), às 18h, no Salão Nobre da EAV-Parque Lage. Após o encontro, vai acontecer a performance “Poesia Viva”. Cavalariças da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rua Jardim Botânico, 414, Jardim Botânico (3257-1800). Mesa-redonda com o artista, o curador e convidados, às 18, no Salão Nobre da EAV. 2ª a 5ª, das 9h às 22h; 6ª, sáb. e dom., das 10h às 17h. Até 20 de fevereiro.
RONALDO ARAÚJO / CRIANÇA IN DEFESA - O artista chama a atenção, em 22 quadros, para a série de questões que estão vinculadas às crianças em telas delicadas, abordando o universo infantil. Centro de Cultura e Memória, Rua Buenos Aires, 40, 2º andar, Centro (2179-2634). 2ª a 6ª, d as 13h às 18h. Grátis. Até 25 de março.
SENSAÇÕES, VIVÊNCIAS E ABSTRAÇÕES - Artista Plástica Anne Rocha, apresenta obras abstratas, com cores fortes e composições carregadas de energia plástica. Ativa participante de salões, mostras e exposições, detêm vários prêmios, o que traduz seu marcante talento nas artes plásticas. Suas obras são voltadas para que o seu significado esteja no sentimento que traduz a sensibilidade contida na imaginação de cada um. Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana. 3ª a dom., das 10h às 19h. Até 6 de fevereiro.
TEMPOS MISTURADOS – A primeira individual fo fotógrafo Marcelo Greco no Rio apresenta 18 obras que fazem parte do livro homônimo de Greco e do artista plástico Sergio Fingerman. A série apresenta, de forma poética, a experiência emocional do fotógrafo sobre o sentimento de perda. São imagens captadas na sua maioria em locais que fazem parte do cotidiano do artista. O trabalho começa com o retorno do fotógrafo à Sao Paulo, depois de um período morando em Roma, Itália. Neste período fora do Brasil, Marcelo perde o pai e no seu retorno se defronta com paisagens que o remetem ao sentimento da perda. Este trabalho, que teve inicialmente o nome Silencio Selvagem foi exposto na Alemanha em 2006, evoluiu para Tempos Misturados quando na fase de sua finalização. Após o encontro com Fingermann permitiu uma leitura mais aberta e poética da relação emocional da perda e da passagem do tempo.Galeria do Ateliê, Av. Pasteur, 453, Urca (2541-3314). 2ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb., das 10h às 18h. Fechado dias 24 e 31 de dezembro. Grátis. Até 19 de fevereiro.
TRANSORGÂNICOS – Estruturas orgânicas ganham dimensão poética nas obras do artista Osvaldo Gaia. São 19 obras recentes, entre esculturas e pintura em acrílica sobre madeira que trabalham elementos como linha, manta, acetato e madeira reciclada. H.Rocha Galeria, Shopping Cassino Atlântico, loja 333.1, Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1417, Copacabana (2227-1179). 3ª a sáb., das 14h às 19h. Gráris. Até 4 de fevereiro. ´
ÚLTIMOS DIAS
ABELARDO ZALUAR - RIGOR E SENSUALIDADE - A exposição faz um percurso desde as obras do início da carreira do artista, mostrando seu caminho da figuração à abstração geométrica, parte mais conhecida de seu trabalho, e com a qual ele se consagrou. A mostra procura desvendar as nuances do artista que abraçou o abstracionismo geométrico de forma tão particular e produziu uma obra inteiramente pessoal. Uma das singularidades do trabalho de Abelardo Zaluar (1924-1987) foi a incorporação das linhas do barroco mineiro à pintura geométrica, produzindo uma obra na qual o rigor se alia à emoção. Também será apresentada uma cronologia ilustrada e os vídeos “Zaluar - Vida e Obra”, de Frederico Morais, de 1975 e “Linha e Cor”, de Sérgio Ricardo, de 1984. Caixa Cultural Rio de Janeiro – Galeria 2, Av. Almirante Barroso, 25, Centro (2544-4080). 3ª a sáb., das 10h às 22h; dom., das 10h às 21h. Grátis. Até 30 de janeiro.
ACERVO NOVO – O público contará com um acervo de obras de diversos artistas representados pela Galeria (Bet Katona, Camille Kachani, Chico Cunha, Deneir, Efrain Almeida, Fábio Carvalho, Fátima Vilarin, Galeno, Isaura Pena, João Carlos Goldberg, João Magalhães, Luiz Alphonsus, Marcos Duarte, Mário Azevedo, Mônica Barki, Mônica Sartori, Oscar Niemeyer, Rosa Oliveira e Victor Arruda). Serão selecionados trabalhos menores, que englobam desenhos e múltiplos. Os preços também serão mais baixos. Galeria Anna Maria Niemeyer, Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52 / 205, Gávea (2239-9144). 2ª a sáb., das 10h às 22h; dom. e feriados, das 15h às 21h. Galeria Anna Maria Niemeyer (filial Baixo Gávea), Praça Santos Dumont, 240, Loja A, Gávea (2540-8155). 3ª a 6ª, das 12h às 21h; sáb. e dom., das 14h às 18h. Grátis. Até 31 de janeiro.
CASA CANADÁ - Por meio de fotografias, objetos de acervos particulares e de museus, revistas e arquivos multimídia, a exposição conta a história daquele que foi o ponto de partida da moda no Brasil. A mostra, que acontece paralelamente ao Senac Rio Fashion Business, abrangerá desde a criação da maison nos anos 40, seu apogeu nos anos 50 até o declínio em meados dos anos 60, quando acontece a transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília e o golpe militar em 1964. Também terá uma instalação inédita da artista visual Valéria Costa Pinto. Ela vai montar uma escultura de papel (tamanho: 3 metros de altura e 1,5 metro de largura) em espiral, que será pendurada como um móbile. A escultura será iluminada com projeções de vídeo. São imagens do dia a dia de trabalho num atelier de alta costura do Rio. A trilha sonora do vídeo é composta pelos sons típicos de uma festa de grande estilo: música, pessoas conversando, champanhe estourando. O público vai se sentir numa festa, mas vai ver a parte invisível dela: o trabalho das costureiras para fazer os vestidos de gala. Arte Sesc, Rua Marques de Abrantes, 99, Flamengo (3138-1343). 3ª a dom., 12h às 18h. Grátis. Até 30 de janeiro.
ENTRE-VISTAS - Resultado de oito meses de trabalho intenso dos alunos do Programa Aprofundamento - destinado a artistas com processo de trabalho consolidado que buscam o aprofundamento de sua formação -, oferecido gratuitamente pela EAV. Na abertura será formada a primeira turma deste Programa. Ministrado pelos professores e artistas Glória Ferreira, Lívia Flores e Luiz Ernesto de Moraes, o curso teve uma seleção criteriosa. Puderam se inscrever artistas visuais brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil com idade superior a 21 anos. Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rua Jardim Botânico, 414, Jardim Botânico (3257-1800). 2ª a 5ª, das 9h às 22h; 6ª, sáb., e dom., das 9h às 17h. Grátis. Até 31 de janeiro.
JOSÉ BECHARA / FENDAS - Para celebrar os 20 anos da trajetória de um do artista, a mostra reúne um conjunto De suas obras mais representativas, em diálogo com trabalhos recentes e Inéditos. Esculturas de grande e médio porte, pinturas, desenhos e fotografias compõem a exposição. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Av. Infante Dom Henrique ,85, Parque do Flamengo, Flamengo (2240-4944). 3ª a 6ª, das 12h às 18h; sáb., dom. e feriado, das 12h às 19h. R$8. Estudantes e idosos pagam meia. Grátis para amigos do MAM e crianças até 12 anos. Aos domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$8. Até 30 de janeiro.
O LITORAL BRASILEIRO - Um mergulho fotográfico em 45 imagens do litoral do país. O homem do mar, nos seus hábitos e costumes, constitui um acervo cultural rico, mas pouco conhecido. Museu Naval, Dom Manuel, 15, Praça XV, Centro. (22339165). Grátis. Até 30 de janeiro.
MULTIGRAB EXPO SHAPES - A mostra reúne a produção de 40 grafiteiros do Estado do Rio com trabalhos criados em pranchas de skate. A exposição conta ainda com a apresentação do Interferência Sistema de Som, conhecido por realizar bailes de “Dancehall” pela cidade, e projeções de vídeos ligados ao tema, além da execução de um painel grafitado pelos participantes. Entre os artistas estão: João Bives, Madruga, Acme, Carlos Bobi, Big, CH2, Chico 21, Gais, MGA, Marcelo Ment, Mottila, João Nitcho, Rafo Castro, SWK, André Kajaman, Eco, Anarkia, Airá, Mateu Velasco e Afa. Galpão das Artes Urbanas Helio G. Pellegrino, Av. Padre Leonel Franca, s/nº, Gávea (2249-2286). 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Grátis. Até 31 de janeiro.
NUMISMÁTICA - São 42 vitrines, divididas em três módulos onde o visitante vai conhecer moedas do mundo antigo até chegar aos dias de hoje; moedas do Brasil e moedas de formas não convencionais. O Acervo que estará exposto possui réplicas perfeitas de peças originais que fazem parte do acervo do Banco do Brasil. Estação da Carioca – Metrô Rio. 2ª a dom., das 8h30 às 20h30. Grátis. Até 29 de janeiro.
RICHARD WRIGHT / ESTE OUTRO MUNDO – A mostra comemora o 50º aniversário da morte do escritor afroamericano Richard Wright (Natchez, 1908 – Paris, 1960). A exposição reúne 51 obras, entre pinturas, esculturas, instalações, audiovisuais e fotografias. A partir do gênero poético haicai, caracterizado pela simplicidade e síntese, a mostra tem participação de renomados artistas brasileiros como Tomie Ohtake, Emanoel Araujo, Rosângela Renno, Bete Esteves e Simone Cupello, e dos cubanos Roberto Diago, Ruslán Torres, Yamilé Pardo, Mauricio Abad e o próprio curador Jorge Braulio. Há também dois conjuntos fotográficos: um deles contendo 17 fotografias feitas por Richard Wright durante sua viagem pela África e que foram publicadas no seu livro Black Power (1954). Além do próprio Wright, os fotógrafos norte-americanos Dorothea Lange, Rusell Lee, Jack Delano, Ben Shahn, Marion Post, Arthur Rothstein e Esther Bubley assinam as obras que compõem outro conjunto de 17 impressões de fotógrafos norte-americanos que retrataram a vida dos negros nos Estados Unidos nos anos 50 e fizeram parte do livro de Richard Wright “12 Milhões de Vozes Negras” (1941). Um vídeo relacionado à diversidade linguística da região do rio Mississipi, em New Orleans (EUA), produzido em 2009 pela artista Rosângela Renno, completa a exposição.Caixa Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3, Av. Almirante Barroso, 25, Centro (2544-4080). 3ª a sáb., das 10h às 22h; dom., das 10h às 21h. Até 30 de janeiro.
RIO ART DÉCO – Imagens de fachadas, interiores, monumentos e detalhes arquitetônicos e de decoração fotografados por Lena Trindade na cidade do Rio. A iniciativa é da Hólos Consultores Associados e conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal. A mostra conta com mais de 100 fotos dos mais belos exemplares do acervo arquitetônico Art Déco da cidade. Algumas imagens são bem familiares ao carioca, como o Cristo Redentor e a escadaria do cinema Roxy, em Copacabana, e outras têm sabor de descoberta ou matarão a curiosidade como o interior do Edifício Biarritz, na Praia do Flamengo e de outros prédios no Largo do Machado e Alto da Boavista. CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Grande Galeria, Av. República do Chile, 230, anexo 3º andar, Centro (2262-8152). 3ª a 6ª, das 10h às 18h; sáb., dom. e feriados, das 14h às 18h. Grátis. Até 30 de janeiro.
