Aplausos
...
Há sempre
a escolha.
Abraham Maslow
Acreditamos que crianças têm reações perspicazes com pessoas e eventos, pois não se prendem a racionalizações. Adultos, aprendemos a ser influenciados por aparências e notícias, tendemos a atribuir poder a pessoas além da realidade.
Crianças veem coisas que nos recusamos a ver. Os melhores executivos mantêm essa qualidade, que lhes permite avançar por terrenos difíceis, que os outros evitam. Um instrumento sensível, mede as situações e registra reações viscerais.
A liderança não é uma questão de especialização. Empreender novos rumos ao pensamento exige reflexão crítica, que permite compreender a interconexão dos eventos, oferecendo os meios para que possam ser superadas ideias convencionais.
Transformações não começam quando as condições estão piores, mas quando estas começam a ser aperfeiçoadas.
O desenvolvimento e a preservação da comunidade na organização devem concretamente ser a maior prioridade. Pessoas aprendem mais com suas próprias situações, afinal o domínio de um problema está nas mãos de quem o vivenciou.
Conhecer a direção do trabalho de uma pessoa na organização, os problemas e as possibilidades que ele apresenta, requer envolvimento do gerente, mas exige tempo e dedicação. E explica por que razão se recorre ao elogio como substituto.
Raramente uma aproximação emocional, já dizia vovô: delicie-se com aplausos, mas não acredite muito neles.
Engenheiro, é autor de "Por Inteiro" (Multifoco, 2019)
