Com infecção urinária, Temer passa fim de ano em repouso

Não está descartada uma viagem a São Paulo para nova intervenção

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A saúde do presidente Michel Temer voltou a gerar preocupação nos médicos após uma nova infecção urinária ter sido detectada no fim de dezembro. O presidente recebeu atendimento no Palácio do Jaburu e passou a virada do ano em Brasília - ao invés de viajar para Marambaia, no litoral do Rio de Janeiro, como havia sido anunciado. Apesar de amplamente repercutida, ela não foi confirmada pela assessoria da Presidência.

A recomendação médica é de que ele tenha uma rotina mais "tranquila" durante essa semana para não agravar o quadro clínico. Não está descartada uma viagem para São Paulo, onde iniciou seu tratamento.

Temer ficou por duas semanas com uma sonda na uretra por conta de uma cirurgia feita no dia 13 de dezembro. A sonda foi retirada no sábado (30), após a constatação da infecção. Segundo informações da Folha de S. Paulo, Temer manterá, pelos próximos dois ou três meses, sessões semanais para a dilatação da uretra (em ambulatório ou em casa) como forma de reduzir o risco de novas obstruções do canal condutor da urina.

Ele já havia passado por um cateterismo, pela colocação de stents em três artérias coronárias e uma para desobstruir a uretra. Aos 77 anos, o político é o presidente mais velho da história do país e deve deixar o cargo ao fim deste ano, já que o Brasil terá eleições gerais em outubro.

Com Ansa