Plano de Defesa prevê cobrança por vigilância militar

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Portal Terra

SÃO PAULO - A Estratégia Nacional de Defesa, lançada nessa quinta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Planalto, prevê que empresas privadas e públicas de áreas estratégicas que exijam segurança e vigilância militar sejam chamadas a pagar de alguma forma pelo serviço às Forças Armadas. Uma delas seria a Petrobras que explora o mar territorial brasileiro, protegido pela Marinha. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Em áreas como energia, transporte, água e telecomunicações também poderá haver remuneração pela segurança. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que poderá haver acordos com empresas para empreendimentos comuns em terrenos militares.

O plano de Defesa prevê ainda modificações na Lei de Licitações para favorecer indústrias nacionais de diferentes formas, inclusive tarifárias, na venda de equipamentos e produtos militares para dentro e para fora do país. O principal objetivo seria fortalecer a indústria bélica nacional, principalmente em relação às exportações.