Inca e Instituto Avon cuidam de equipamentos de diagnóstico do câncer
Agência JB
RIO - O câncer de mama é uma das doenças que mais matam mulheres no Brasil. Porém o diagnóstico precoce garante que 98% dos casos sejam curados. Mamografias feitas regularmente reduzem em até 30% o risco de mortalidade.
Porém, segundo dados do Inca, 60% dos exames realizados contêm erros. Sujeira, impressões digitais, revelações mal feitas, chapas tremidas ou riscadas e filmes inadequados para este tipo de exame e a utilização errada do aparelho são alguns dos equívocos mais comuns e que acabam levando a um diagnóstico errado ou tardio.
Por isso, o Inca, com parceria e apoio financeiro do Instituto Avon, criou o programa "Garantia de Qualidade dos Serviços de Mamografia do Sistema Único de Saúde".
O objetivo é melhorar o diagnóstico do câncer de mama, atestando a qualidade dos equipamentos, do laudo, dos profissionais responsáveis pela realização do exame e elaborados critérios para o credenciamento e o monitoramento contínuo dos serviços de mamografia do SUS, com normas e padrões de qualidade da ANVISA e do Colégio Brasileiro de Radiologia. O projeto-piloto da iniciativa recebeu R$ 236 mil do Instituto Avon e já está sendo implantado desde o mês passado em 30 serviços de mamografia de postos de saúde e hospitais de Porto Alegre (RS) e do Estado da Paraíba.
