Ex-governador: guerra política me levou à prisão
Portal Terra
BRASÍLIA - O ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares, disse na noite dessa segunda-feira, após prestar depoimento para a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que não tem envolvimento com o esquema de fraude em licitações públicas e que é vítima de grupos políticos inimigos do seu Estado.
- Há uma distorção dos fatos que foram citados. Estou de consciência tranqüila e saio de cabeça erguida. Acredito que meu nome tenha sido envolvido no caso por grupos políticos (inimigos) - afirmou.
Ele disse que não houve benefícios para a empreiteira Gautama no Maranhão durante a sua gestão.
- Não há configuração de nenhum benefício para a Gautama no Estado.
José Reinaldo negou ainda que tenha recebido um Citröen C5, avaliado em mais de R$ 110 mil, como presente da Gautama.
- Mostrei para a ministra que o carro foi comprado em março de 2006, em Brasília, pago por mim com recursos declarados no Imposto de Renda. Não há nenhum presente. Eu não aceitaria.
