Bolsonaro é diagnosticado com pneumonia

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"Precisamos estar unidos para transformar Brasil em local seguro para cidadãos de bem!", Bolsonaro

Boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado na tarde de ontem, informou que o presidente Jair Bolsonaro foi submetido à tomografia de tórax e abdome que evidenciou “imagem compatível com pneumonia”. A nota diz, ainda, que Bolsonaro teve um “episódio isolado de febre sem outros sintomas associados” e teve “boa evolução do quadro intestinal”. Ele precisará ficar hospitalizado por mais cinco a sete dias, no mínimo.

Bolsonaro, “permanece internado na Unidade Semi-Intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein. Apresentou, ontem à noite, episódio isolado de febre sem outros sintomas associados, foi submetido à tomografia de tórax e abdome que evidenciou boa evolução do quadro intestinal e imagem compatível com pneumonia”, diz a nota. “Foi realizado um ajuste na antibióticoterapia e mantidos os demais tratamentos. Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdome e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral. Realizou exercícios respiratórios e caminhou no corredor”.

Ainda internado o presidente Jair Bolsonaro não parou de se comunicar pelas redes sociais. Ele disse, em sua conta no Twitter, que seu governo não perderá a oportunidade de transformar o Brasil em um país seguro para os brasileiros. Bolsonaro destacou que “nenhum assassino” irá minar os esforços de sua equipe.

“Começamos mais uma quinta-feira combatendo o bom combate. Temos uma missão e vamos cumpri-la. Precisamos estar unidos para transformar o Brasil em um local mais seguro para os cidadãos de bem! Não perderemos esta oportunidade única. Nenhum assassino irá nos parar”, afirmou. Há dois dias, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, tem se reunido com autoridades estaduais e com o Legislativo para apresentar o projeto de lei anticrime que será submetido ao Congresso nos próximos dias.

No fim da tarde criticou o financiamento estatal da cultura no Brasil. Também pelo Twitter, Bolsonaro disse que embora “reconheça o valor da cultura e a necessidade de incentivá-la”, o financiamento das atividades culturais “não deve estar a cargo de uma petrolífera estatal”, em referência à Petrobras. “A soma dos patrocínios dos últimos anos passa de R$ 3 BILHÕES”, tuitou o presidente, que disse ter determinado a reavaliação de contratos. Bolsonaro ainda disse que “o Estado tem maiores prioridades” e defendeu que “incentivos devem ser direcionados de forma justa, enxuta, transparente e responsável”.