Fachin mostra toda a sua coerência ao desqualificar a delação premiada

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A declaração do novo ministro do STF, Luiz Edson Fachin, de que "a chamada delação premiada é um indício de prova, precisa ser secundada por outra prova idônea", desqualifica a delação, já que mostra que ela seria inidônea.

A declaração é eivada de coerência. Como a delação de um delinquente pode servir de prova? 

Que os psiquiatras sejam ouvidos para dizer o que faz uma cabeça condenada para se proteger. Continua a ser mentirosa, ou busca a solidariedade para, no mínimo, diminuir sua culpa.

O que vão dizer agora os críticos? Será que Alvaro Dias e os outros mentiram ao dizer que Fachin é um magistrado de reputação ilibada e de saber notório?