Brasil e Argentina tentam acabar com hegemonia europeia no Mundial

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Por JB GAMES

Amistoso da Seleção Brasileira: Brasil x Japão no Estádio Nacional de Tóquio (arquivo)

A última vez que uma seleção sul-americana conquistou a Copa do Mundo foi em 2002. Naquele ano, o Brasil, comandado por Luiz Felipe Scolari, venceu a Alemanha na final e levantou a taça pela quinta vez. Desde então, o que se viu foi um domínio avassalador do Velho Continente, que já venceu quatro edições seguidas da Copa do Mundo – algo que nunca havia acontecido antes. Será que no Catar as equipes sul-americanas poderão restabelecer o equilíbrio de forças? Torcedores e apostadores já têm usado o código bônus Bet365 Brasil para fazer suas previsões para a competição.

Desde o início da Copa do Mundo, em 1930, nunca houve um desequilíbrio tão grande entre os dois continentes. Na verdade, historicamente, a cada edição a taça atravessava o Atlântico, ficando quatro anos na América do Sul, quatro na Europa, e assim por diante. As únicas exceções ocorreram quando Itália e Brasil foram bicampeões, em 1934/38 e 1958/62, respectivamente. Apenas nessas ocasiões a taça ficou no mesmo continente duas edições seguidas – fora isso, sempre houve alternância.

Assim, quando a bola começar a rolar no Catar, as seleções da América do Sul terão a missão de interromper a hegemonia europeia. Naturalmente, essa obrigação fica mais pesada sobre os ombros de Brasil e Argentina, embora o Uruguai também tenha um time interessante, além de uma camisa para lá de tradicional.

O Brasil vem de campanhas muito ruins nos últimos Mundiais, mas tem a seu favor a longevidade do trabalho de Tite e o fato de uma nova geração talentosa estar surgindo. Se jogadores como Vinícius Jr., Rodrygo, Antony, Bruno Guimarães, Gabriel Martinelli, Raphinha, entre outros, se mesclarem a jogadores experientes, como Neymar, Casemiro, Thiago Silva e Marcelo, a seleção poderá formar um time muito forte. As casas de apostas, inclusive, colocam o Brasil como o grande favorito à conquista do Mundial – embora, é claro, muito desse favoritismo seja em razão da tradição da “amarelinha”.

Já a Argentina, por sua vez, tem como principal trunfo a presença de Lionel Messi na equipe. Sete vezes eleito o melhor jogador do mundo, o craque do Paris Saint-Germain dispensa apresentações e poderá ir para o Catar com uma motivação extra, já que esta possivelmente será sua última participação em uma Copa do Mundo. Messi poderá contar, em campo, com a ajuda de jogadores como Di Maria, Lautaro Martínez, De Paul e Lo Celso. Sem dúvidas, a Albiceleste tem um time forte e não é a atual campeã da Copa América à toa.

De todo modo, a missão dos sul-americanos não será nada fácil, pois entre as favoritas ao título estão França, Alemanha, Inglaterra e Espanha. Os franceses vão ao Catar para manter a taça em Paris, já que foram campeões na Rússia. Didier Deschamps conta com uma dupla de ataque composta por Mbappé e Benzema – talvez a mais intimidadora da competição. Pará-los será, definitivamente, um tormento para os zagueiros rivais.

Portanto, independentemente de quem vença a Copa do Mundo, deveremos ter uma das edições mais acirradas dos últimos tempos. E as respostas sobre o futuro campeão começarão a aparecer no dia 21 de novembro, quando o pontapé inicial for dado no Catar.