'The Guardian': A nova 'rota da seda' chinesa
Matéria publicada neste sábado (16) pelo The Guardian, por Liu Mingkang e Wenzhi Li, conta que desde a introdução da 'rota da seda" pelo presidente chinês, Xi Jinping, em 2013, a iniciativa implicava em uma revitalização da antiga via terrestre e marítima das rotas de comércio tem atraído atenção considerável. Por um bom motivo: O projeto significa oportunidades e desafios sem precedentes.
Um ambicioso plano para revitalizar a antiga Rota da Seda terrestre e rotas comerciais marítimas que ligam o Oriente e o Ocidente tem atraído, por um bom motivo, uma considerável atenção. O projeto, que envolve mais de 60 países e algumas organizações internacionais, pode trazer novas possibilidades e resultar em grandes lucros.
A reportagem comenta que a 'Rota da Seda' original, criada há mais de 2.000 anos atrás, era uma rede simples de rotas comerciais que promovia o intercâmbio econômico, político e cultural entre a Ásia, África e Europa. A nova via "econômica" da China vai fazer o mesmo, com as recém-construídas ou infra-estruturas adaptadas para facilitar o fluxo de comércio, investimento, cultura e idéias, com objetivo de facilitar o crescimento econômico.
Com suas fontes de crescimento do PIB sob crescente pressão, a China deve continuar a fazer progressos na abertura da economia. Isso significa construir relações mutuamente benéficas com os países vizinhos, que podem se beneficiar com algumas das atividades de menor valor agregado da China. A medida promete impulsionar seu próprio crescimento, criando espaço para a economia chinesa aumentar seus valores, onde a produtividade e os salários, importantes determinantes do consumo, são mais elevados.
