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População gay americana aposta em união após vitória de Obama

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Jornal do Brasil

WASHINGTON - Com a proximidade das eleições americanas, cresce entre a população negra e latino-americana a esperança de mais tranqüilidade na realização de casamentos homossexuais, caso o candidato democrata Barack Obama seja eleito. Minorias no Estado da Califórnia, que lutam contra um referendo que pretende proibir a união gay, acreditam que Obama possa ser um defensor da causa.

A Proposta 8 promovida pelos grupos conservadores no Estado busca, por meio do voto popular, anular a decisão adotada em maio pela Suprema Corte da Califórnia de legalizar os matrimônios homossexuais. O texto do referendo propõe a inclusão de uma emenda à Constituição estadual que afirma: somente o casamento entre um homem e uma mulher é válido ou reconhecido na Califórnia .

No Estado de 37 milhões de pessoas o sim à Proposta 8 ganhou pontos nas pesquisas desde agosto, quando se intensificou a campanha a favor da medida, que teve como alvo os valores católicos da comunidade latina, que representa mais de 30% da população da Califórnia.

Entretanto, segundo o Instituto de Políticas Públicas da Califórnia, 52% votariam não à proibição dos matrimônios gays e 44% sim aos casamentos só entre homem e mulher, de acordo com resultados da semana passada. E a perspectiva de que Obama seja o novo líder tem deixado alguns a vontade para expressar sua opinião pelo candidato trazer a bandeira da mudança e da quebra de parâmetros .

Casa leiloada

Uma casa pequena de estilo colonial, na cidade Jacarta, na Indonésia, onde Obama viveu em sua infância, têm recebido visitas de jornalistas, possíveis compradores e até de um empresário que pretende fazer um bar com o nome de Lar, doce bar do Obama . A casa está a venda e o atual dono, Tata Aboe Bakar, de 78 anos, já declarou o imóvel está avaliado em cerca de US$ 3 milhões de dólares.