SIP condena atentado contra radialista em São José dos Campos
Agência EFE
MIAMI - A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou nesta segunda-feira o atentado contra o radialista João Carlos Alckmin, no Brasil, ao mesmo tempo que pediu às autoridades que procurem e punam os responsáveis.
João Carlos, de 55 anos - primo do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin e apresentador do programa Showtime da 'Rádio Piratininga' - foi atacado no dia 22 de novembro quando passeava com seu cachorro em São José dos Campos (91 km a nordeste de São Paulo), segundo informou a SIP em comunicado.
O radialista recebeu dois tiros, um no pescoço e outro que atravessou seu braço. Embora esteja fora de perigo, continua internado na Santa Casa da cidade.
João Carlos apurou e denunciou a máfia dos caça-níqueis na cidade e seus supostos vínculos com oficiais da Polícia.
Segundo seus familiares, ele tinha recebido ameaças anônimas em várias ocasiões, por isso que se 'acredita que o atentado poderia estar relacionado à cobertura do tema na rádio'.
No dia 5 de julho, o advogado Rodrigo Duenhas, confundido com o radialista, foi atingido no pescoço por um tiro ao deixar seu escritório, em São José dos Campos. Ele estava no carro da advogada Tânia Lis Tizzoni Nogueira, que havia lhe dado uma carona, quando foi atingido. Tânia é mulher de João Alckmin.
