Chile vai à FIFA se queixar de assédio de prostitutas a jogadores
Agência EFE
TORONTO - A seleção chilena sub-20, que participa do Mundial da categoria no Canadá, levará uma queixa formal à Fifa, protestando contra o assédio de prostitutas aos seus jogadores num hotel de Toronto, afirmou Sergio Zarcar, chefe da delegação do Chile.
Em declarações à Rádio Cooperativa, de Santiago, Zarcar disse que se queixará formalmente à Fifa do assédio de um grupo de prostitutas aos jogadores no Hotel Westin Harbour Castle, de Toronto, e da falta de atendimento médico da organização do Mundial ao volante Carlos Carmona.
Ele explicou que Carmona, que sofreu uma lesão, foi obrigado a esperar numa clínica por mais de duas horas. - No fim, teve que ser levado a uma clínica privada - reclamou.
Outro problema foi a falta de segurança no hotel.
- Isso não afetou só o Chile, mas também Argentina e Áustria. Era um hotel grande, com muitos eventos, onde entrava qualquer um.
- Falhou a determinação do comitê organizador de não reservar setores mais privados para as seleções - criticou Zarcar.
O chefe de delegação disse que o Chile solicitou seguranças para o andar que ocupava, sem sucesso. - Mas as rondas da comissão técnica surtiram efeito - afirmou.
A seleção chilena joga na próxima quinta-feira, em Edmonton, contra Portugal, pelas oitavas-de-final do Mundial Sub-20.
