Violência diminui em Bagdá no último mês, diz governo

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REUTERS

BAGDÁ - As mortes de civis e os ataques militantes diminuíram fortemente em Bagdá desde o início da operação de segurança apoiada pelos EUA, há um mês, disse na quarta-feira um porta-voz militar iraquiano.

O general Qassim Moussawi disse que 265 iraquianos foram assassinados na capital desde 14 de fevereiro, uma forte redução em relação aos 1.440 mortos nos 30 dias anteriores ao início da operação.

O número de carros-bomba caiu de 56 para 36, acrescentou o militar em entrevista coletiva. Bombas em calçadas, morteiros, sequestros e assassinatos também diminuíram. Moussawi disse que o plano, considerado a última chance de impedir uma guerra civil, levou a um aumento no número de ataques nos arredores de Bagdá, mas ele prometeu que as forças de segurança vão perseguir os militantes responsáveis por isso.

O general Abboud Qanbar, comandante da ofensiva, aconselhou os militantes a desistirem. 'Apresento uma clara mensagem a esses terroristas e àqueles que não querem que o plano tenha sucesso e devolva a segurança a Bagdá: recalculem suas posições e voltem a usar a lógica e o caminho correto, antes que seja tarde demais', afirmou.

'Do contrário, os pés dos honrados soldados da Mesopotâmia vão esmagá-los e jogá-los no lixo da história', acrescentou Qanbar.

Cerca de 100 mil soldados iraquianos e norte-americanos tentam controlar a situação em Bagdá, especialmente em bairros com presença de milícias e insurgentes.