Catar recebe conferência sobre relações entre EUA e muçulmanos
Agência EFE
ABU DHABI - Figuras políticas e intelectuais de 34 países islâmicos e dos EUA abriram neste sábado em Doha uma conferência para tratar das relações entre Washington e o mundo muçulmano, prejudicadas após os atentados de 11 de Setembro de 2001.
Entre os participantes do encontro está o secretário-geral da Liga Árabe, Amre Moussa, e o chefe da União Mundial de sábios Islâmicos, Youssef al-Qaradawi, assim como o ministro de Assuntos Exteriores do Catar, xeque Mohamad Bin Jassim.
Da parte americana se destaca a o diretor do Centro Saban para Estudos do Oriente Médio, Martin Indic.
Os participantes, entre os quais também há representantes da sociedade civil, devem conversar durante dois dias sobre o conflito palestino-israelense e a situação no Iraque, assim como seu impacto nas relações entre o mundo islâmico e os EUA.
Nos países muçulmanos em geral se considera que a política de Washington é a favor de Israel, e se atribui a deterioração da situação no Iraque ao fracasso das tropas americanas em restabelecer a segurança neste país.
