Collor chama diretor da Veja e Carlinhos Cachoeira de "confrades"
O ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) criticou duramente a tentativa da revista Veja de impedir a convocação do jornalista Policarpo Júnior para a CPI mista do Cachoeira, em Brasília. O parlamentar acredita que as gravações da Operação Monte Carlo bastam para provar a ligação íntima entre o jornalista e o contraventor.
Velhos inimigos
Collor tem razões de sobra para atacar a Veja, velha desafeta sua. Foi graças às reportagens veiculadas na revista que ele deixou a presidência, em 1992.
Sem dó
"O senhor Policarpo mantém, há quase uma década, estreita ligação com o senhor Carlos Cachoeira. Esse confrade depôs, em 22 de janeiro (na verdade, o mês é fevereiro) de 2005, como testemunha de Carlos Cachoeira em processo do Conselho de Ética da Câmara", atacou Collor.
Auto-defesa
Em sua última edição, a Veja se defendeu das acusações de envolvimento com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira. Segundo a publicação, os ataques foram direcionados pelo governo como revanche contra suas matérias investigativas.
