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Festival do Rio: após premiação, um balanço sobre cinema e política nacional

As diretoras Walkíria Barbosa e Ilda Santiago ressaltam o caráter transformador da sétima arte

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“Um festival político em vários níveis diferentes”. Esta declaração, proferida durante a festa de encerramento porIlda Santiago, diretora de programação do Festival do Rio, resume bem como foi esta 13ª edição do evento. De fato, houve política dentro e fora da programação. Houve política tanto no filme de abertura, Amazônia – a ecológica produção franco-brasileira que revela a exuberante floresta tropical em recursos digitais inéditos –, quanto na produção que encerrou a mostra, Serra Pelada – a aventura de Heitor Dhalia que pretende desvendar, através da ficção, um momento recente da história brasileira. Em ambos os casos, a excelência técnica norteou o trabalho das equipes, provando que é preciso, mais do que nunca, refinar o processo de produção para que o cinema brasileiro enquanto produto possa ser competitivo no mercado exibidor. (CONTINUE LENDO AQUI, CONFIRA AS FOTOS E DEIXE A SUA OPINIÃO). 

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