Na Sapucaí, Megan Fox não dá entrevistas e só tem olhos para as escolas de samba

Por Com Pedro Willmersdorf e Beatriz Medeiros

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O esquema de controle montado para a chegada de Megan Fox foi grande. Por volta das 23h, o andar térreo do camarote da Brahma na Sapucaí começou a ser isolado para esperar a musa do espaço, que nos fez segurar a expectativa para vê-la por cerca de uma hora. Se a Cinderela vai embora do baile à meia-noite, é após as doze badaladas que Megan começa a sua festa, com look bem carioca by Lethicia Bronstein Pompeu: shortinho jeans, colete de crochê, espadrilles vermelhas e coroa de flores nos cabelos ondulados.

Após posar para uma muralha de fotógrafos, a atriz deu as mãos para o marido Brian Austin Green e seguiu pelos corredores de acesso restrito do camarote até o cercadinho privado do segundo andar do espaço, onde já estavam o jogador Zico e a sua família. Foi de lá que ela assistiu à performance da aguardada comissão de frente da Unidos da Tijuca, mas nenhum sorriso foi distribuído. A moça prefere caprichar no carão pelo qual é conhecida. Palavras? Nenhuma.

A atriz recebeu alguns jornalistas em uma coletiva de imprensa algumas horas antes, no hotel Fasano, em Ipanema, onde está hospedada. Lá, falou sobre tudo o que queriam ouvir, desde a cor de seu esmalte, azul como o céu carioca, até o bumbum brasileiro que gostaria de ter. Mas aqui na Sapucaí, a atenção de Megan é todinha para a camiseta da Seleção Brasileira que recebeu de presente das mãos de Ronaldo Fenômeno e para as escolas de samba que atravessam a Avenida, onde pretende ficar até o Sol raiar. A conferir.

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