Vinda de Rodrigo Caetano causa desconforto entre Flu e Unimed
A possível chegada de Rodrigo Caetano ao Fluminense coloca novamente o presidente Peter Siemsen e o presidente da Unimed em rota de colisão. O profissional que deixou o Vasco é um sonho antigo de Celso Barros. Sua empresa coloca cerca de R$ 50 milhões ao ano no clube e banca o salário de estrelas como Deco, Fred e outros.
Siemsen disse que não está a frente das negociações com Caetano e teme o enfraquecimento de seu braço direito, o gerente de futebol Marcelo Teixeira, que chegou este ano.
No começo do ano os dois manda-chuvas quase romperam no famoso caso Muricy Ramalho. Siemsen demitiu o então vice de futebol Alcides Antunes e Celso liberou o técnico de multa rescisória para deixar o clube carioca.
Em nome do negócio, a Unimed renovou a parceria com o clube este ano, mas tenta ter uma certa autonomia em determinadas ações. Já o atual presidente do Fluminense reconhece a importância do patrocinador, mas não quer dividir comando com Celso Barros.
