Brasileiros apostam em medalha na última prova do Mundial

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Quando for dado o tiro de largada para a prova do revezamento 4x100 m masculino, às 9h da manhã deste domingo (horário de Brasília), o Brasil correrá atrás da sua última chance de medalha no Mundial de Atletismo, que está em disputa na cidade sul-coreana de Daegu. Após as equipes cruzarem a linha de chegada, o torneio estará oficialmente encerrado.

Até aqui, o Brasil conquistou apenas uma medalha - de ouro - com Fabiana Murer no salto com vara. A equipe brasileira será formada por Diego Cavalcanti, Nílson André, Sandro Viana e Bruno Barros, que encerra a prova. Deles, o único finalista nos 200 m individual foi Barros, que terminou a prova, vencida pelo jamaicano Usain Bolt, na sexta posição. Nilson André disputou as eliminatórias dos 100 m, mas não se classificou.

Barros diz que apesar de os resultados individuais não terem sido tão bons, no revezamento, o Brasil chegará forte para a prova. "É uma disputa que está aberta. Não é só correr bem, tem de passar bem o bastão. E nisso somos fortes. Os treinamentos correram bem e agora é fazer na pista tudo aquilo que a gente treinou", diz.

Nas 12 primeiras edições dos mundiais de atletismo, o Brasil tem duas medalhas na prova. Bronze, em Sevilha (1999) com Raphael de Oliveira, Claudinei Quirino, Édson Luciano e André Domingos e prata em Saint-Denis (2003) com Vicente Lenilson, Édson Luciano, André Domingos e Cláudio Roberto Souza.

"Temos bons corredores e não é só correr rápido. Temos chances de conquistar qualquer uma das medalhas. O negócio é descansar bem para chegar inteiro na prova", diz Barros.