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Com redução de exploração nos EUA, petróleo fecha em leve alta

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Encerrando uma semana volátil com o barril superando os US$ 50 e com a dúvida sobre o empenho dos países da Opep em cumprir o acordo de corte da oferta global, o petróleo fechou o dia em alta, nesta sexta-feira (4).

Em Nova York, o contrato futuro para entrega em setembro subiu US$ 0,55, fechando a sessão negociado a US$ 49,58 o barril. O Brent, teve alta de US$ 0,36 e encerrou o pregão com o valor de US$ 52,35 o barril.

Já o WTI, teve uma alta mais considerável, de 1,12%, sendo cotado a US$ 49,58 o barril, após a divulgação do relatório de desemprego nos EUA, que mostrou o menor índice de pessoas desempregadas nos últimos 16 anos.

Às 9h49, o barril de Brent para outubro negociado na ICE, em Londres, tinha queda de 0,33%, a US$ 51,84. Já o barril de WTI para entrega em setembro, negociado no Nymex, em Nova York, recuava 0,33%, a US$ 48,87.

Às 10h43, o petróleo do Mar do Norte tinha alta de 0,08%, a US$ 52,05, enquanto o crude do Texas avançava 0,12%, a US$ 49,09.

Às 16h, o barril de Brent registrava alta de 0,77%, a US$ 52,41, e o barril de WTI já tinha alta de 1,06%, a US$ 49,55.

Na semana passada, os barris de petróleo tiveram valorização com a queda maior que a esperada nos estoques de petróleo bruto dos Estados Unidos, e também com as declarações da Arábia Saudita e da Nigéria. A Arábia Saudita prometeu limitar exportações a 6,6 milhões de barris diários em agosto e a Nigéria anunciou que não deve produzir mais do que 1,8 milhão de barris diários.

O acordo da Opep, iniciado em janeiro deste ano e que ganhou reforço em maio, não vinha gerando os efeitos esperados devido ao avanço da produção dos Estados Unidos e de países como a Nigéria e a Líbia, que integram a Opep.

Os barris de petróleo, que custavam em torno dos US$ 100 até o final de 2014, chegaram abaixo de US$ 30 no ano passado.