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Petróleo recua após fechar mês de julho com maior ganho desde 2016

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Os barris de petróleo negociados em Londres e Nova York registram queda nesta terça-feira (1°) depois de fecharem em alta recorde na véspera. A commodity encerrou julho com o maior ganho mensal percentual desde abril de 2016, enquanto investidores comemoram sinais de que o mercado começa a se equilibrar. 

O mercado aguarda os dados semanais sobre os estoques de petróleo bruto dos Estados Unidos, que serão divulgados ainda nesta terça pelo American Petroleum Institute (API). Os dados oficiais serão conhecidos na manhã de quarta-feira (2), pelo Departamento de Energia norte-americano (DoE)

Às 10h13, o barril de Brent para outubro negociado na ICE, em Londres, tinha queda de 0,59%, a US$ 52,41. Já o barril de WTI para entrega em setembro, negociado no Nymex, em Nova York, recuava 0,44%, a US$ 49,95.

Às 14h09, o barril de WTI tinha queda de 2,43%, a US$ 48,95. No mesmo horário, o barril de Brent tinha queda de 2,30%, a US$ 51,51. 

Na última semana, os barris de petróleo tiveram valorização com a queda maior que a esperada nos estoques de petróleo bruto dos Estados Unidos, e também com as declarações da Arábia Saudita e da Nigéria. A Arábia Saudita prometeu limitar exportações a 6,6 milhões de barris diários em agosto e a Nigéria anunciou que não deve produzir mais do que 1,8 milhão de barris diários. 

O acordo da Opep, iniciado em janeiro deste ano e que ganhou reforço em maio, não vinha gerando os efeitos esperados devido ao avanço da produção dos Estados Unidos e de países como a Nigéria e a Líbia, que integram a Opep. 

Os barris de petróleo, que custavam em torno dos US$ 100 até o final de 2014, chegaram abaixo de US$ 30 no ano passado.