Petróleo dispara após ataque dos EUA na Síria
Os preços do petróleo atingiram a máxima de um mês nesta sexta-feira (7) depois que os Estados Unidos dispararam mísseis contra uma base aérea do governo sírio, levantando preocupações de que o conflito se espalhe na região rica em petróleo.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os futuros do WTI para entrega em maio eram negociados em US$ 52,63 o barril, alta de 1,9%, na sessão eletrônica Globex, enquanto o Brent para junho subiu 1,8%, para US$ 55,87 o barril, na Bolsa ICE Futures, de Londres.
Os disparos desta quinta-feira representam uma mudança na política externa dos EUA com o governo de Donald Trump, além de ser a ordem militar mais dura emitida pelo magnata desde que tomou posse.
Embora a produção de petróleo da Síria seja relativamente pequena, sua localização e alianças com grandes produtores na região do Oriente Médio, onde quase 40% do petróleo bruto do mundo é produzido, tem o potencial de aumentar os temores do lado da oferta.
Às 10h23 (de Brasília), os preços começaram a se estabilizar, ainda em alta. O petróleo WTI para maio, contrato mais líquido, subia 0,29%, a US$ 51,85 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). No mesmo horário, o Brent para junho também registrava avanço de 0,16%, a US$ 54,98 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
