'Financial Times': Alta das commodities não deve durar, segundo Goldman Sachs

Banco diz que preço mais elevado pode estimular ademanda, que já está em excesso

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Matéria publicada nesta terça-feira (8) no Financial Times, conta que o banco Goldman Sachs prevê que a alta de commodities que variam desde o minério de ferro até os outros, não deve se manter e estima, ainda, que os preços de cobre e alumínio cairão até 20% no próximo ano. 

Segundo a reportagem, o relatório publicado pelos analistas do banco Goldman Sachs na segunda-feira (7) afirma também que o preço do barril de petróleo vai flutuar entre US$ 20 e US$ 40. Qualquer elevação das cotações das matérias primas pode estimular uma maior oferta no mercado, dificultando a sustentação de qualquer avanço. 

O banco manteve uma perspectiva de baixa para o ouro e disse que a alta de mais de 19% do minério de ferro na segunda-feira (7) se mostraria temporária. Segundo o Goldman Sachs, é um bom momento para apostar que o cobre e o alumínio vão cair. “Preços mais altos são muito mais difíceis de se sustentar em um mercado conduzido pela oferta já que a oferta aumenta com preços maiores”, disseram os especialistas. 

O jornal inglês diz que a alta segue o movimento de cobre na sexta-feira (4), quando a tonelada alcançou US$ 5 mil, e o petróleo, que atingiu a maior cotação desde dezembro, acima dos US$ 40.