Dados sobre a China mantêm bolsas em forte queda

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O principal índice acionário da BM&FBovespa opera em queda nesta quinta-feira. Há pouco, o Ibovespa desvalorizava 1,49%, aos 55.591 pontos. O giro financeiro da bolsa marcava R$ 1.687 bilhão.

Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 06 de maio a 30 de agosto de 2013), Vale PNA (VALE5) operava com perdas de 2,59%, a R$ 30,14; Petrobras PN (PETR4) caía 1,10%, a R$ 19,70; OGX Petróleo ON (OGXP3) operava com baixa de 1,12%, a R$ 1,77; Itaú Unibanco PN (ITUB4) operava com desvalorização de 1,86%, a R$ 32,64; e o Bradesco (BBDC4) recuava 1,71%. a R$ 34,46.

Os índices acionários de Wall Street também operam em queda. O índice Dow Jones perdia 0,50%, aos 15.230 pontos; o S&P 500 tinha desvalorização de 0,81%, a 1.641 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq operava com baixa de 0,53%, aos 3.444 pontos.

As principais Bolsas de Valores da Europa também operam em queda. O CAC-40, de Paris, registrava perdas de 2,47%, aos 3.951 pontos. O DAX, de Frankfurt, desvalorizava 2,36%, aos 8.329 pontos. E o índice FTSE-100, perdia 2,34%, aos 6.680 pontos.

O índice Nikkei de Tóquio desabou 7,32% após a publicação de um índice provisório do banco HSBC que indica que a produção manufatureira da China está em contração em maio, o que provocou novos temores sobre o crescimento da segunda economia mundial.

Os dados abaixo do previsto desencadearam uma tomada de lucros que era esperada há algumas semanas. Nos últimos seis meses, o Nikkei acumulou ganhos de quase 80%.

Outras praças asiáticas foram arrastadas pelo anúncio: Hong Kong perdeu 2,54%, Seul 1,24% e Sydney 1,99%.