Consumidor gastará até R$ 100 com o presente dos pais

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SÃO PAULO, 27 de julho de 2010 - O valor médio do presente dos pais ficará entre R$ 50,01 e R$ 100, segundo 43,08% dos entrevistados na pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) no período de 12 a 22 de julho, com 400 consumidores da capital mineira.

De acordo com pesquisa melhor que o ano passado, quando a maioria dos consumidores estavam dispostos a gastar no máximo R$ 50. Dos entrevistados na pesquisa deste ano, 25,33% garantiram que irão gastar até R$ 50 e 22,19% desembolsarão de R$ 101 a R$ 250. Os filhos que irão gastar de R$ 251 a R$ 500 totalizam 5,48% dos entrevistados e 3,92% comprarão presentes com valor acima de R$ 500. O valor do ticket médio da maioria dos consumidores entrevistados coincide com a expectativa de venda dos lojistas, conforme pesquisa realizada pela CDL/BH, no período de 05 a 13 de julho.

Os locais escolhidos para as compras são os shoppings (35,42%), centros comerciais (35,16%) e região onde mora (15,10%). Os shoppings populares foram escolhidos por 3,39% dos consumidores, a internet por 3,0% e 8,55% não têm preferência quanto ao local da compra.

Os presentes serão pagos em dinheiro, segundo 42,75% dos entrevistados. Em seguida estão o pagamento parcelado no cartão (33,42%), cartão de débito (14,25%), cheque a prazo (3,89%), cartão da própria loja (3,62%), parcelado no carnê ou crediário (1,55%) e à vista no cheque (0,52%). Os consumidores que irão parcelar as compras garantiram que dividirão em no máximo três parcelas (36,94%).

Assim como os lojistas, os consumidores afirmaram que o item mais escolhido serão roupas, com 34,41% de votos. Calçados estão como segundo item (13,05%), perfumes (8,81%), acessórios como pastas, carteiras e cintos empataram com CD's/DVD's (7,80%), livraria/papelaria (6,44%), eletro/eletrônicos (5,25%), relógios (4,41%), artigos esportivos (3,39%) telefone celular (2,88%), bombons, bebidas e óculos também tiveram empate com cada um recebendo 1,36% da preferência, instrumentos musicais (0,85%), artigos de tabacaria (0,51%) e flores (0,34%).

"Como já é tradição do consumidor brasileiro, ele deixará as compras para última hora", afirmou o vice-presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva. Segundo pesquisa, 71,2% dos entrevistados só efetuarão as compras em agosto.

(Redação - Agência IN)