Câmara analisa criação de central para o SUS
Pelo projeto, o local, que será mantido por meio de convênio, intermediará os contatos entre pacientes e unidades de saúde com UTI. Os pacientes que necessitem de atendimento serão dirigidos ao hospital mais próximo onde haja vaga. Caso nenhuma unidade pública esteja disponível, os hospitais privados deverão prestar o atendimento.
Eduardo Cunha acredita que a proposta pode gerar economia ao SUS. "O não atendimento médico imediato, além de gerar perdas de vidas humanas, aumenta as sequelas e a necessidade de hospitais públicos no tratamento posterior", explicou o deputado.
As unidades da rede privada de saúde que se recusarem a prestar atendimento em UTI aos pacientes do SUS estarão sujeitas às seguintes penalidades: multa de até dez vezes o valor médio do custo do atendimento completo em Unidades de Terapia Intensiva e cassação da licença para funcionamento, em caso de reincidência.
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, segue agora para análise das comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara.
(Redação - Agência IN)
