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Dia é marcado por leve movimento comprador

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SÃO PAULO, 2 de dezembro de 2009 - No final da tarde, os investidores acompanharam a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apesar do documento apontar que as condições econômicas continuaram a melhorar nos Estados Unidos, o relatório não teve impacto significativo sobre as bolsas.

Diante disso, Wall Street encerrou em direções opostas. O índice Dow Jones caiu 0,18%, para os 10.452 pontos; o Nasdaq valorizou 0,42%, para os 2.185 pontos; e o S&P 500 avançou 0,03%, para os 1.109 pontos.

Na Europa, os índices acionários encerraram com ganhos pelo segundo dia consecutivo, deixando de lado a pressão exercida pelos indicadores norte-americanos. O FTSE-100, de Londres, avançou 0,29%, aos 5.327 pontos; o DAX, de Frankfurt, subiu 0,09%, aos 5.781 pontos; e o CAC-40, de Paris, ganhou 0,53%, aos 3.795 pontos.

Por aqui, a bolsa brasileira conseguiu se descolar das praças norte-americanas e encerrou com leve alta. Além disso, o Ibovespa renovou a pontuação máxima do ano ao subir 0,30%, marcando 68.614 pontos. O giro financeiro da bolsa ficou em R$ 6,78 bilhões. O comportamento das ações do setor bancário ajudou a segurar o movimento positivo.

Na Argentina, o índice Merval avançou 0,47%, aos 2.220 pontos.

Nas commodities, o barril do petróleo terminou em terreno negativo, refletindo a alta nos estoques da matéria-prima nos Estados Unidos. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, recuou 2,2%, cotado a US$ 76,62 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, caiu 1,8%, negociado a US$ 77,89 no ICE Exchange de Londres.

Na renda fixa, as projeções de juros futuros se ajustaram para cima. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,35%. No câmbio, o dólar fechou em queda, vendido a R$ 1,72.

(Redação - Agência IN)