Bancários da rede privada encerram greve em Brasília

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SÃO PAULO, 9 de outubro de 2009 - Os bancários das instituições privadas aceitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 6% e voltam ao trabalho hoje. A proposta dos banqueiros garante também a ampliação da licença-maternidade para 180 dias para as funcionárias e determina ainda que os dias parados não serão descontados. Eles serão compensados até o dia 15 de dezembro de 2009.

Já os funcionários de bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Regional de Brasília) decidiram, em assembleia, na noite de ontem (8) continuar com o movimento. Hoje, eles voltam a se reunir para analisar as propostas apresentadas pelas instituições.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rodrigo Britto, espera que as negociações com os bancos públicos avancem e os funcionários voltem ao trabalho. "Esperamos buscar no Banco do Brasil uma proposta final. No BRB e na Caixa vamos retomar as negociações porque as propostas ainda não foram realizadas", disse.

Os trabalhadores reivindicam 10% de reajuste salarial, participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários, acrescida de valor fixo de R$ 3.850. Os bancários também querem a inclusão na convenção coletiva de trabalho de uma cláusula de proteção ao emprego em caso de fusão. Os bancários exigem ainda o fim do assédio moral e das metas abusivas. As informações são da Agência Brasil.

(Redação - Agência IN)