Aluguel de até R$ 800 representa 61,87% dos contratos
Imóveis com aluguel de até R$ 800,00 mensais representaram 61,87% das novas locações, a maioria delas tendo o fiador como garantidor do pagamento - 46,3% do total, com 28,88% optando pelo seguro de fiança e 24,82% pelo depósito de valor equivalente a três meses do aluguel.
A pesquisa apurou sete registros de alta dos aluguéis médios das casas e quatro registros de baixa desses valores, com base nas informações colhidas nas imobiliárias. No segmento de apartamentos, foram 8 baixas e 5 altas. O aluguel que mais aumentou em julho (22,06%) foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros da Zona C - o valor médio era de R$ 951,30 em junho e passou para R$ 1.161,11 em julho.
A maior baixa foi a dos apartamentos de 2 dormitórios situados em bairros da Zona E, como Brasilândia, Pedreira e Parelheiros - o aluguel caiu 18,94%, baixando de R$ 598,33 em junho para R$ 485,00 em julho.
As imobiliárias consultadas declararam ter recebido dos inquilinos 455 imóveis em julho, o equivalente a 44,52% do total de novas locações. Esse índice foi 24,22% menor que o apurado em junho, que fora de 58,75%. A maioria das devoluções se deu por outros motivos (92,97%) que não os financeiros (7,03%). O índice de inadimplência em julho ficou em 5,44% do total de contratos ativos nas imobiliárias que responderam à pesquisa, uma alta de 10,57% em relação aos 4,92% registrados em junho.
Nos fóruns da Capital, foram propostas em julho 3.641 ações, número 2,23% menor que as 3.724 ações apresentadas em junho. Cresceram em julho as ações consignatórias (63,64%), as ordinárias (11,59%), as renovatórias (9,38%) e as de rito sumário (1,13%). Só se reduziram as ações por falta de pagamento (7,94% a menor que em junho).
(Simone e Silva Bernardino - Agência IN)
