Em dia sem relevância, bolsa sobe
Sem novidades, a sessão serviu para recuperar as perdas dos dias passados. Na semana, a valorização foi de 3,18%. Ao final dos negócios, o índice acionário da BM&FBovespa subiu 0,96%, aos 50.568 pontos, com giro financeiro em R$ 3,62 bilhões.
Nos Estados Unidos, os índices inverteram a tendência no fim da sessão e terminaram o dia em baixa. O lucro acima do esperado da Sears holding levou a valorização das bolsas. Porém, os receios de que o governo aumente os juros para financiar o resgate ao sistema financeiro penalizaram os índices. O Dow Jones fechou o pregão com queda de 1,54% aos 8.292 pontos. O S&P 500 perdeu 1,68%, aos 888 pontos. O índice Nasdaq 100 teve desvalorização de 1,89%, aos 1.695 pontos.
Já as bolsas europeias terminaram a semana valorizadas. O setor energético impulsionou os índices, mesmo com a divulgação de dados ruins, como a queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido.
No câmbio, a entrada de capital estrangeiro continua pressionando a cotação do dólar. No fim do dia, a moeda norte-americana recuou 0,59%, para R$ 2,026 na venda. Para impedir uma queda maior, o Banco Central constantemente vem realizando leilões de compra. Em maio, o montante chegou a US$ 2 ,5 bilhões.
Nas commodities, o petróleo subiu. No final das negociações, o preço do barril de do tipo WTI, com vencimento em julho, ganhou 1%, para US$ 61,67. A melhora das bolsas de valores e a queda do dólar frente outras moedas ajudou no aumento da demanda pela matéria-prima.
No mercado agrícola, os contratos de milho também subiram. Os contratos de milho para setembro fecharam em alta de 1,50% na Bolsa de Chicago, cotados a 440,25 centavos de dólar por bushel. Foi a maior valorização do produto na semana, beneficiado pela maior queda do dólar em relação ao euro desde janeiro.
Com a valorização da moeda europeia, os investidores aumentam as compras de commodities como investimento alternativo.
(Redação - InvestNews)
