Odebrecht rebate declarações do governo
De acordo com os esclarecimentos, enviados à imprensa, o acordo, firmado no último dia 24, 'não é produto de uma proposta da empresa e, sim, da aceitação de todas as exigências do Estado equatoriano'. Diz a nota que o objetivo, ao aceitar essas exigências, era 'resolver o conflito com o governo, preservar nossos bens e principalmente garantir a integridade de nossos colaboradores - brasileiros e equatorianos'.
A construtora afirma que ainda não recebeu nenhum comunicado oficial do governo equatoriano. Há dois dias, o ministro de Setores Estratégicos, Galo Borja, disse à BBC Brasil que a decisão de expulsar a Odebrecht também foi motivada por falhas que a empresa teria cometido em projetos em andamento. Uma das reclamações seria a de que a empresa teria recebido verba antecipada para a obra da usina hidrelétrica Teoachi-Pilaton e que, até agora, não fez nada.
'Reafirmamos que estamos rigorosamente em dia com o cronograma das obras, e que o avanço das demais atividades está condicionado à liberação da licença ambiental, de responsabilidade do Estado, e que até a presente data não foi emitida', diz o comunicado. Quanto ao adiantamento, a nota diz que a verba está sendo utilizada para atender necessidades das obras, como estudos e projetos e compra de equipamentos.
As informações são da Agência Brasil.
(Redação - InvestNews)
