Vale investirá US$ 5 bi no Pará

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SÃO PAULO, 14 de agosto de 2008 - A Vale está promovendo ações no Pará que se juntam aos investimentos já em curso no estado e aos que serão realizados pela empresa até 2012. As medidas vão permitir a criação do pólo metal-mecânico do Pará e de uma base de produção industrial. A série de iniciativas será desenvolvida em parceria com os Governos Federal e do Estado do Pará.

Um deles é a Aços Laminados do Pará SA. Com capacidade inicial de produção de 2,5 milhões de toneladas/ano, a empresa, a ser construída em Marabá, sudeste do estado, prevê a produção de bobinas laminadas a quente, chapas grossas e tarugos.

O investimento será de aproximadamente US$ 3,3 bilhões na primeira fase. O projeto prevê expansão futura da usina para até 5 milhões de toneladas anuais. Na implantação da primeira fase do projeto, serão criados 16 mil empregos no estado. Na fase de operação, serão gerados cerca de 3.500 empregos diretos e outros 14 mil indiretos.

A Usina Termelétrica de Barcarena receberá investimento total de US$ 898 milhões e geração de 5 mil empregos na fase de construção. A Usina Termelétrica a carvão mineral que a Vale pretende construir em Barcarena terá potência instalada de 600 MW. A empresa não terá como objetivo vender ao mercado e, sim, o de gerar energia para os seus projetos.

Outro projeto é Vale Florestar. Concebido para proteger e recuperar as florestas nativas do sudeste do Pará, combinando o plantio de espécies da região com árvores de uso industrial.

Iniciado em 2007, o programa receberá investimentos de US$ 300 milhões até 2015, dos quais US$ 60 milhões até o fim de 2008. A área total a ser beneficiada pelo programa é de 300 mil hectares.

Já o Centro de Tecnologia de Bauxita e Alumina receberá investimento de US$ 10 milhões e tem como objetivo aprofundar o conhecimento dos recursos e reservas de bauxita da Vale, além de desenvolver novas tecnologias para o processamento de minérios. Os investimentos previstos para toda a cadeia de alumínio da Vale no Pará são de US$ 755 milhões apenas este ano.

(Redação - InvestNews)