Dólar sobe, mas tom positivo prevalece
Em relatório, a corretora AGK avalia que os sinais de que o ajuste no setor imobiliário, mais forte que o esperado, representa riscos importantes para a atividade econômica futura dos eUA, o mercado já precifica quase 100% de chance de um corte de 25 pontos-base, o que levará a taxa para 4,5% ao ano. No entanto, há quem não acredite no corte.
Essas incertezas sobre o corte de 0,25 ponto respalda a leve recuperação do dólar no exterior, com reflexos no Brasil. Instantes atrás, a divisa estrangeira subia 0,28%, comprada a R$ 1,760 e vendida a R$ 1,762, em movimento de ajuste de posições.
Enquanto esperam pelo Fed, os agentes financeiros continuam atentos à temporada de balanços corporativos e ao comportamento dos preços do petróleo, que ontem bateu novo recorde.
Por aqui, a movimentação em torno da formação da Ptax (média oficial do dólar) já começa a agitar os negócios.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)
