Semana tem agenda carregada de indicadores
As expectativas crescem com a chegada da quarta-feira, dada à apresentação da ata referente à ultima reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Nela, o mercado busca novas pistas sobre a condução da política monetária norte-americana. Deste agosto do ano passado, autoridade monetária mantém os juros estáveis em 5,25% e monitora de perto o comportamento da inflação.
Na agenda interna, temos a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), o IGP-M referente a maio e o resultado primário do Governo Central.
Já na quinta-feira, o Departamento de Comércio norte-americano apresenta a segunda preliminar do PIB no primeiro trimestre. Indicadores de atividade também no fronte interno com os dados sobre a indústria em São Paulo e a sondagem industrial da FGV. Além disso, o Governo apresenta a Nota de Política Fiscal, com o resultado do superávit primário e a relação dívida/PIB.
A semana encerra com a apresentação do relatório sobre o mercado de trabalho norte-americano. As estimativas apontam para a abertura de 140 mil novas vagas em maio, contra as 88 mil criadas em abril. Também serão apresentados a renda e gastos do consumidor e também do índice de preços relacionados ao gasto do consumidor (PCE), primeiro dos três indicadores de inflação do Departamento de Trabalho dos EUA.
(EC - InvestNews)
