Ministério impõe condições a invasores de Tucuruí

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SÃO PAULO, 24 de maio de 2007 - A assessoria de comunicação do Ministério de Minas e Energia (MME) informou que um representante do ministério poderá ir a Tucuruí, no Pará, ouvir as reivindicações dos movimentos sociais desde que eles desocupem a hidrelétrica. De acordo com o Exército, cerca de 100 pessoas ainda ocupam a usina.

Desde ontem (23), militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), a Via Campesina entre outros ocupam a sala de controle da hidrelétrica. Eles querem uma reunião com a Casa Civil, Ministérios de Minas e Energia e da Educação entre outros órgãos do governo para deixar a usina.

Os movimentos reivindicam a implementação de projetos de desenvolvimento para atingidos por barragens, educação de qualidade no campo, melhor atendimento de saúde pública, construção de poços artesianos, instalação de telefones públicos em zonas rurais e mudanças na política econômica do governo.

Hoje à tarde, o Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx) informou, por meio de nota à imprensa, que os invasores da Hidrelétrica de Tucuruí liberaram um funcionário da Eletronorte que estava impedido de deixar o local desde que a usina foi invadida.

´A situação na usina é, no momento, estável, e os contatos prosseguem de parte a parte. Foi acertada a liberação de um funcionário da Eletronorte que encontrava-se impedido de se ausentar de seu posto de trabalho na usina´, diz a nota.

As informações são da Agência Brasil.

(Redação - InvestNews)