Única vê etanol como projeto de longo prazo

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SÃO PAULO, 21 de maio de 2007 - O mercado do etanol produzido pelo Brasil destinado ao mercado externo, atualmente de 20% do total, não deverá apresentar grande crescimento nos próximos cinco ou seis anos, segundo o presidente da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Unica), Eduardo Pereira de Carvalho.

Segundo o presidente, o grande foco dos produtores de álcool ainda é o mercado brasileiro. Ele diz que isso se deve ao número grande de automóveis bicombustíveis no País.

Carvalho diz, no entanto, que a Petrobras é mais eficiente para vender a sua parte de gasolina do que o setor sucroalcooleiro para vender o etanol. Outro problema do setor, segundo o presidente, é o fato de que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é desigual nos estados brasileiros.

No que se refere à exportação, ele prevê que antes de 2009 os Estados Unidos não irão discutir a mudança na tarifação do etanol brasileiro. Carvalho afirmou também que a Europa representará uma grande demanda por álcool, mas a indústria local precisa ganhar fôlego antes que a entrada do etanol brasileiro se torne forte.

As informações são do Portal de Agronegócios do Banco do Brasil

(Redação - InvestNews)