Petrobras não demitirá trabalhadores em RS, diz Paim
Durante a reunião, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Comércio de Minério e Derivados de Petróleo (Sitramico), ngelo Martins, disse que a compra do Grupo Ipiranga pela Petrobras, Braskem, e Grupo Ultra pegou os trabalhadores da Ipiranga de surpresa, pois eles não foram consultados sobre o negócio. Assuntos Sociais (CAS), de Assuntos Econômicos (CAE), e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), destinada a debater o negócio de US$ 4 bilhões.
"Quem garante que a manutenção dos empregos será assegurada?", perguntou o sindicalista, para quem a introdução de novas tecnologias, conforme o anunciado pelo consórcio, "representará menos empregos".
Ao anunciar o compromisso do consórcio, transmitido a ele por Gabrielli, Paulo Paim, que é presidente da CDH, informou que as empresas que adquiriram a Ipiranga firmaram três compromissos básicos: os empregos não serão diminuídos, podendo, inclusive, aumentar o número de postos de trabalho; não haverá redução de investimentos no pólo petroquímico de Porto Alegre e na refinaria do município de Rio Grande; e que os sindicatos dos trabalhadores da área serão chamados ao diálogo.
Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Petroquímicas de Triunfo (Sindpolo-RS), Carlos Heitor Rodrigues, salientou que a Braskem, após a venda da Ipiranga ao consórcio, passará a controlar cerca de 60% da produção petroquímica do país. Isso, notou, representa concentração de um setor estratégico nas mãos de um único grupo econômico, o que considera preocupante. Esclareceu que o restanteda produção ficará com a Petrobras, ao mesmo tempo em que defendeu a assinatura de um documento formal, com apoio de senadores e deputados, no qual seja garantido o emprego dos trabalhadores e seus direitos.
As informações são da Agência Senado.
(Redação - InvestNews)
