Taxas operam em tendência de alta

Por

SÃO PAULO, 23 de março de 2007 - Durante a primeira etapa de negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os juros para contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) apresentaram elevação com relação a sessão de quinta-feira. Instantes atrás, o vencimento em janeiro de 2009, o mais líquido, apontava taxa de 11,67%, face 11,65% do ajuste de ontem, após 79,9 mil negócios e giro de R$ 6,5 bilhões.

O contrato de abril de 2007 indicava juro de 12,66%, ante 12,65% do fechamento anterior, com dois mil negócios e giro de R$ 199,9 milhões. Julho de 2007 mostrava taxa de 12,43%, contra 12,42% do ajuste de ontem, após 38,7 mil transações e volume de R$ 3,7 milhões. O DI de outubro de 2007 passava de 12,20%, do último fechamento, para 12,21%, com 15 mil negócios e giro de R$ 1,4 bilhão. Janeiro de 2008 apresentava juro de 12,02%, igual ao ajuste passado, após 63,9 mil transações e volume R$ 5,8 bilhões. O contrato de janeiro de 2010 saía de 11,60% para 11,64%, após 84,8 mil transações e volume de R$ 6,2 bilhões.

Nesta manhã, os investidores repercutiriam o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que em março subiu 0,41%, taxa inferior à registrada na medição de fevereiro (0,46%). Além disso, o mercado conferiu a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de 22 de março de 2007, que registrou elevação de 0,50%, taxa idêntica à registrada na última apuração.

Atentos à cena internacional, os agentes também analisam os dados sobre mercado imobiliário norte-americano. Segundo a Associação dos Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, a venda de imóveis usados subiu 3,9% em fevereiro, melhor resultado já registrado em três anos.

(Vanessa Stecanella - InvestNews)