CNJ lança banco de dados da população carcerária
A idéia do banco de dados surgiu em maio de 2006, depois dos ataques de uma quadrilha que age a partir dos presídios paulistas. De acordo com Ellen Gracie, o sistema foi criado por causa da necessidade de agilizar as informações - que eram feitas por meio de ofícios - e evitar que os detentos passem mais tempo do que o necessário na prisão.
"Este banco de dados vai trazer agilidade maior. Teremos condições de dar ao juiz da execução uma agilidade que não havia. É um avanço muito grande", afirmou a ministra.
Estão disponíveis no sistema os dados dos presos de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Sergipe, o que representa 50% dos 401.236 detentos de todo o País. Até o fim do ano, os dados de todos os estados devem estar disponíveis.
(Wallace Nunes - InvestNews)
