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Taxas se recuperam, mas terminam em alta

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SÃO PAULO, 19 de dezembro de 2006 - A sessão desta terça-feira na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) sofreu influência dos mercados europeu, asiático e norte-americano, que apontaram fortes quedas. Segundo um analista, as más notícias vindas do cenário internacional contribuíram para que parte dos agentes aproveitassem para ajustar as posições das taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI). No entanto, o movimento de alta não demonstrou força com vários vencimentos devolvendo os ganhos e alguns apontando estabilidade. O DI de janeiro de 2008, o mais transacionado do dia, estimava taxa de 12,47%, ante 12,42% do ajuste anterior.

Hoje, os negócios seguiram o ritmo do mercado internacional, que observou forte queda no fechamento das suas principais bolsas. Além disso, as atenções estiveram voltadas para a economia norte-americana que registra declínio na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), motivada pela divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) norte-americano, que apresentou alta de 2% em novembro.

O PPI apontou a maior variação desde 1974, resultado do aumento do custo da energia e dos veículos. O núcleo do indicador, que exclui os preços dos alimentos e da energia, avançou 1,3%, maior ganho desde julho de 1980, contra uma previsão de 0,2%.

(Vanessa Stecanella - InvestNews)