O prego dospequenos

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EMPRÉSTIMO

Micr openhor atraiu mais de 6 milhões de pessoas de janeir o a outubr o deste ano, um cr escimento de 40%

V ocê já r ecorr eu a emprés- timos bancários ou penhor ou suas joias par a conseguir di- nheir o em uma emer gência? A r esposta de g r ande parte dos br asileir os, com certeza, é sim. Segundo dados da Caixa Eco- nômica F eder al, até outubr o cer ca de 6,5 milhões de pes- soas r ecorr er am ao sistema de penhor . Destes, 2,5 milhões são r efer entes ao micr ope- nhor , uma m odalidade desti- nada às pessoas de menor po- der aquisiti v o . No le v antamento da CEF , o setor apr esentou um cr esci- mento de apr o ximadamente 40% em r elação ao mesmo pe- ríodo de 2009. Um f ator que contribuiu par a isso f oi a ele- v ação do limite máximo da oper ação que passou de R$ 1.000 par a R$ 1.500. O “pr ego” como er a conhe - cido popularmente o penhor , tem como v antagens a f aci - lidade na obtenção do di - nheir o , jur os baixos (1,95% ao mês) e pr az o par a a r ecu - per ação do bem penhor ado . P a r a o superintendente na- cional de Clientes P essoa Fí- sica Renda Básica da Caixa, Humberto Magalhães, o pe- nhor é uma alternati v a mesmo par a os não corr entistas. – Muitas v e z es, a pessoa pr e- cisa de um r ecur so par a r e a- lizar um negócio ur gente e tem no penhor uma alternati v a rá- pida, simples e com jur os bai- xos. Não é necessária a apr e- sentação de a v alista, e o di- nheir o é liber ado na hor a – r e - v ela o superintendente. O empréstimo corr espon - de a 85% do v alor de a v alia - ção do objeto , sendo que o crédito mínimo é de R$ 50 e o máximo , R$ 1.500. P ar a quem r ecorr e ao penhor tr a - dicional é possív el conseguir até R$ 100 mil.

Mais mulher es

P esquisa da CEF r e v elou que as m ulher es r epr esen - tam 75% de usuários do mi - cr openhor , sendo que desse per centual, 55% têm idade entr e 35 e 50 anos. Cer ca de 35% são autônomos ou têm seu negócio próprio , e 78% do total dos clientes utiliza - r am esse tipo de empréstimo mais de uma v ez.

Com agência Investimentos e Notícias

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