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JB
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Royalties
Mais do que justa a atitude do governo do Rio de reivindicar à União parcelas não pagas de participações especiaisde royalties do petróleo. Atentos, o governador Sérgio Cabral e os prefeitos demunicípios produ- tores, através de seus departa- mentos jurídicose contábeis, estão mobilizados para colocar em seus cofres o dinheiro que o governo federal lhes deve.
João Direnna,
Quissamã (RJ)
Otimismo
Tenhamos ounão votadoem DilmaRousseff, vamostorcer para quea presidenteeleita acerte no governoas medidas necessárias para o bem do país. O grande mérito da democracia é este: possibilitar, via voto, uma onda de otimismo entre a maior parte da população do país onde ela é exercitada. Como dizem os estudiosos da psicologia, quem parte do pessimismo já está der- rotado enquantoos otimistas têm grande chance de acertar.
José de Anchieta N. de Almeida,
Rio
Empregos
Nem começou seu mandato, e a nova presidente da República já dá sinais de mudanças: CPMF denovo, aumentonasbolsas... Mandem fazer uma sindicância entre osbeneficiários, emsua maioria sem necessidade, e bas- ta ver uma lotérica ou observar o perfil de quem vai ali receber. Vergonhoso. Criem-se mecanis- mos de geração reais de empre- go,nãoesses criadospelosins- titutos de pesquisa.Se cortas- sem gastos com os famigerados cartões corporativos,teríamos subsídios suficientespara saú- de, rodovias, segurança etc.
Julio José de Melo,
Sete Lagoas (MG)
Farmácia Popular
Depois de vermos, na primei- ra página e em letras garrafais numdos jornaisde maiorcir- culação no país, a notícia de que “a Farmácia Popular vende re- médio até para mortos”, come- çamosa entenderpor quea maioria dos idosos não encontra os medicamentosque procu- ram ali. O pior foi saber que os supostos mortos compram os medicamentos com até 90% abaixo do preço de mercado. O absurdo dos absurdos foi o Mi- nistério da Saúde alegar que es- se tipode venda nãopassa de 0,1%.Pasmem, venderamme- dicamentos paraaproximada- mente 18 mil mortos! Uma frau- de comprovada de aproximada- mente R$ 1,8 milhão.
Leônidas Marques,
Volta Redonda (RJ)
Brasil exportado
Nosso país sempre foi ridicu- larizado lá fora por falta de in- formações. Já teve a capital em Buenos Aires, foi o “país das ba- nanas”, tem favela na beira da praia de Copacabana, índios próximos do Rio. Agora, porém, é ridicularizado por excesso de informações na era Lula, com suas gafes, e o palhaço e depu- tado Tiririca emjornal de To- ronto. Que bela divulgação está se fazendo do Brasil! Contradi- zendo Lula, continuamos um país vira-lata.
João Roberto Gullino,
Petrópolis (RJ)
Rio de Janeiro
Nada tenho contra São Pau- lo mas,na condiçãoe quali- dade de carioca da gema, re- paro que a mídia em geral só fala das coisas daquele esta- do. Para provar que gosto de- le, já fui lá duas vezes! Agora sinto que todo mundo empur- raSãoPaulo pornossasgoe- las abaixo. Sou obrigado a ver resenhas paulistas aqui na minha terra. Só falam de Co- rínthians, Santos, P almeirase São Paulo F.C. Cadê o Botafogo, o Vasco, o Fluminense e o Fla- mengo, com destaque nas pro- gramações esportivas? E em re- lação à televisão, parece que os cariocas queforam paraSão Paulo (Silvio Santos e sua SBT, Edir Macedo Bezerra e sua Re- cord)se esqueceramdaqui, pois em suas emissoras a gente sóvê eouveSão Paulo.Senho- res comandantes da mídia bra- sileira, queremos o Rio de volta em primeiro lugarno cenário nacional, literalmente falando, como era há alguns anos. Aqui é maisbonito, povomaishospi- taleiro,etemos ostimesde maior torcida noBrasil! Quem viaja sabe disso.
Fernando Faruk Hamza,
Rio
Car tas
