Édith Piaf completaria 100 anos nesta sexta (18)
Suas músicas foram ouvidas nas homenagens às vítimas dos atentados de 13 de novembro
A mítica voz de Edith Piaf, que completaria nesta sexta-feira (18) cem anos, continua maravilhando o mundo, e a França, sua terra natal. Seu nome verdadeiro era Édith Giovanna Gassion. As músicas de Piaf seguem vigentes e nas últimas semanas foram ouvidas nas homenagens às vítimas dos atentados de 13 de novembro.
2015 foi o ano de Piaf na França. No início do ano houve uma grande exposição na biblioteca nacional francesa (BNF) de Paris, na qual foi possível ver, entre outros, seu famoso vestido preto. Também foi inaugurada uma nova estátua no museu de cera da capital e a cantora foi protagonista em julho do festival de música Francofolies, na cidade de Rochelle.
E Charles Aznavour, que foi seu secretário e escreveu letras para suas canções, prestou homenagem a ela em um disco publicado em maio, "De la môme à Edith".
A princípio não restam canções inéditas a serem descobertas desde que em 2003 foram publicadas seis. Ainda assim, o selo Warner aproveitou o centenário para publicar seus arquivos, neste caso canções gravadas por Piaf a partir de 1946. Trata-se de um conjunto de 350 temas, entre eles os mais conhecidos, que foram remasterizados a partir de discos de vinil novos de 78 rotações e de gravações originais, todas elas reunidas em 20 CDs.
Segundo o diretor artístico da edição, Mathieu Moulin, era um dever atualizar este repertório "sem distorcê-lo", como aconteceu com as primeiras gravações de Piaf, entre 1936 e 1945.
